domingo, 2 de julho de 2017

Análise do Blog Professor Tim sobre o áudio vazado do Jamil e o fogo amigo no governo Rafael.

Agora é um blogueiro político que vai analisar o áudio do Zap do Jamil para o Dr. Rafael vazado nas redes sociais!
A análise agora sob o áudio do competente Superintendente do SAAE, Jamil Almeida Pinto, enviado para o Dr. Rafael e vazado nas redes sociais (Face/Whatasapp) não é mais de blogueiros do amadorismo político. 
Quem vai fazer a análise agora é um blogueiro que viveu intensamente a política de Nova Russas nos últimos 20 anos ou mais.
Primeiro lugar. Não devemos crucificar ou criticar em demasia o Jamil por ter enviado o aúdio, apenas o meio foi errado. 
Deveria ter chamado pessoalmente o Dr. Rafael para conversar com ele sobre aspectos políticos conspiradores do 'fogo amigo' dentro do governo.
Apesar da preocupação de Jamil, um quadro qualificado da administração municipal e de extrema confiança do Dr. Rafael, com possível articulação e trama do vereador Denílson para provocar brigas e rompimentos na base aliada da Câmara, o Jamil cometeu erros políticos.
Embora o superintendente Jamil veja trama do Denílson para desestabilizar o governo Rafael, não vejo assim. Tudo bem que o vereador Denílson seja um especialista em fofocas e  intrigas palacianas, mas não vejo suas articulações e conversas o vereador Chiquinho Diogo (na casa dele, conforme foto), com o ex prefeito Acácio e outras lideranças de oposição como uma ação ação conspiratória contra o governo Rafael.
Não vejo nada de errado o Denílson viver na casa do Chiquinho Diogo ou conversar com lideranças de oposição sempre vinculadas politicamente a ele. A política de Nova Russas não pode ser igual à política do Ararendá e do Ipu, em que adversários viram inimigos políticos e nem se cumprimentam.
Governista até a medula como é Denílson, quando governista é governista à enésima, Denílson jamais romperá com o governo Rafael, pois ele tem vários cargos e aliados empregados na máquina pública. Quer apenas fortalecer a oposição, expulsar os azulões do governo e conquistar mais espaços dentro do governo.
Outra coisa. O Denílson até que tenta, mas não tem muita força para manipular uma bancada de vereadores para tramar e romper com o governo Rafael. A vereadora Izabel é dona do seu próprio mandato e não há intenção de deixar a administração municipal.
O vereador Marcelo Evangelista, que estaria insatisfeito, é porque alguns dos seus próprios interesses ainda não terem sido cumpridos integralmente, e não por uma ingerência e trama de Denílson. e tem uma certa tendência política de seguir a orientação do ex prefeito Marcos Alberto. Quem poderia, em hipótese, tirar Marcelo do governo Seria Marcos Alberto, caso rompesse.
Os casos de Teixeira, de Chiquinho Diogo e de Antonio Carlos, idem. Os três vereadores, embora conversem com Denílson, tomaram uma posição de oposição política e legislativa por conta própria e não por influência do vereador Denílson.
Em relação ao vereador Pedro Lira não há novidade. Sua posição política é dúbia, do morde e assopra. Vai de acordo com o vento governista ou oposicionista, não mantendo uma posição bem firme. Pode ficar no governo, ou pode sair do próprio governo.
Dos 13 vereadores, o governo municipal tem 9 na base, mas pode mudar na eleição da mesa diretora. O prefeito Rafael quer eleger o presidente da Câmara, Júnior Mano também quer. Se o candidato a presidente do Dr. Rafael for a Rejane Tavares ou o Adalberto Filho, o Paulinho Talegal também será candidato.
Com o voto de Toinha do Capitão, dos quatro de oposição, do Hudson Guilherme (vereador ligado politicamente ao ex prefeito Marcos Alberto), e do próprio Paulinho, o Talegal pode ganhar a eleição.
Daqui prá lá ainda tem muita água para rolar debaixo da ponte do governo.
É preciso que o governo dialogue mais com os vereadores.
E que daqui para lá não vazem mais áudios!
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Autor do artigo: Professor Tim é cientista político e blogueiro.

Um comentário:

  1. Tomará que vazem muitos , é uma vergonha estamos vivendo em Nova Russas uma vida de novela, é um querendo derrubar o outro é esquecendo-se de fazer o principal.

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