É a primeira vez que um presidenciável explica para os brasileiros as causas da carestia de alimentos no Brasil, que não estão caríssimos.
Esse negócio de barato que nem banana, não existe mais no Brasil da inflação galopante e de uma das maiores carestias nos preços dos alimentos do mundo.
Na Feira livre de Nova Russas, comprei uma dúzia de banana pelo valor de 10 reais
, na banca do Luís Carlos (será que tem etrel?). Revelando que os preços dos alimentos não estão mais a preço de banana.
Explosão e carestia dos alimentos não apenas no preço da banana. A laranja está a 50 centavos a unidade, um abacaxi custa 5 reais, o quilo da uva está a 8 reais, as mangas custam 5 reais o quilo e o cheiro verde está a 1 real.
O quilo de feijão está valendo de 5 a 10 reais, o pão se compra por 30 centavos, os produtos industriais estão custando uma fortuna.
Mas o meu objetivo principal como presidenciável é explicar as causas e as razões principais para os alimentos (naturais/industriais) serem tão caros para a população trabalhadora e pobre comprar.Esse negócio de barato que nem banana, não existe mais no Brasil da inflação galopante e de uma das maiores carestias nos preços dos alimentos do mundo.
Na Feira livre de Nova Russas, comprei uma dúzia de banana pelo valor de 10 reais
, na banca do Luís Carlos (será que tem etrel?). Revelando que os preços dos alimentos não estão mais a preço de banana.Explosão e carestia dos alimentos não apenas no preço da banana. A laranja está a 50 centavos a unidade, um abacaxi custa 5 reais, o quilo da uva está a 8 reais, as mangas custam 5 reais o quilo e o cheiro verde está a 1 real.
O quilo de feijão está valendo de 5 a 10 reais, o pão se compra por 30 centavos, os produtos industriais estão custando uma fortuna.
Umas razões principais está na brutal concentração das terras nas mãos de poucos, desde as sesmarias do período colonial, quando aqui chegaram os portugueses sujos e fedorentos de Pedro Cabral, até os latifúndios atuais improdutivos, vulgo agronegócio, que só serve para engordar búfalos e produzir soja
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No monopólio da soja nos grandes latifúndios, e antes do Pau Brasil, da Cana de Açúcar, da Borracha, do Café e de outros produtos, sempre tivemos uma agricultura de monocultura (agroexportadora) um país em que não se produz nada para o povo brasileiro comer.
O pouco que se produz no agronegócio é exportado sem sem valor agregado. Exportação e a venda de "commodities" para engordar bichos dos europeus e dos Norte-Americanos: soja para porcos, milho para galinhas dos EUA, cacau para a Suíça fabricar chocolates que nos vendem 5 vezes mais caros do que o cacau que eles compram.
O pouco que se produz no agronegócio é exportado sem sem valor agregado. Exportação e a venda de "commodities" para engordar bichos dos europeus e dos Norte-Americanos: soja para porcos, milho para galinhas dos EUA, cacau para a Suíça fabricar chocolates que nos vendem 5 vezes mais caros do que o cacau que eles compram.
Ainda mandamos carradas de sacas de laranja quase de graças para se produzir sucos nas indústrias dos países mais ricos, que nós importamos por uma fortura.
Nossas terras não produzem feijão, arroz, farinha, milho, hortaliças, frutas diversas, entre outros produtos alimentares, para matar a fome e abastecer o mercado interno do nosso país.
Isso gera uma escassez alimentar muito grande nas feiras livres e nas mesas dos brasileiros. Como poucos alimentos para se consumir, vem a inflação de demanda.
Ou seja: como tem pouca oferta, os preços disparam e com isso a inflação também dispara, desvalorizando o valor do real e deixando os trabalhadores com seus salários depreciados diante de tanta carestia.
A música "saco de dinheiro", como cantou Alcione e Beth Carvalho, para comprar um quilo de feijão ou um quilo de arroz.
Esse negócio da economia brasileira vender apenas "commodities" (alimentos e produtos naturais sem valor agregado, ou seja, sem industrialização), por um lado, aumenta a nossa balança comercial.
Mas por outro gera um prejuízo maior na balança comercial. Como produzidos apenas produtos naturais e não somos um país industrialmente forte, os brasileiros compram lá fora badulaques tecnológicos: telefones celulares, carros de luxo, entre outros itens, que vão causar déficit na balança comercial.
Agora uma pausa na culpa do agronegócio, cujo maior chefão é o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (testa de ferro e laranja de multinacionais: Monsanto),
Outros vilões da carestia dos alimentos no Brasil são os grandes empresários de São Paulo e alguns outros de outros estados ricos da federação.
A Sadia e a Perdigão, no caso das galinhas de granja podres e cancerígenas, monopolizam o setor aviário e sempre aumentam os preços dos seus frangos congelados, que hoje seus preços oscilam entre 8 e 10 reais o quilo.
Já as indústrias de São Paulo e outras unidades ricas da federação (Rio de Janeiro, Minas Gerais) produzem macarrão, arroz, manteiga e outros alimentos a preços muito caros.
A importação de trigo e da farinha de trigo dolarizados para produzir pães, da Argentina e de outros países, é outro fato de carestia de alguns outros produtos básicos da alimentação dos brasileiros/as.
Como hoje é sexta feira,dia de feira, vou lá saber se os preços subiram outra vez.
Espero que a banana não custe agora 20 reais!
Nossas terras não produzem feijão, arroz, farinha, milho, hortaliças, frutas diversas, entre outros produtos alimentares, para matar a fome e abastecer o mercado interno do nosso país.
Isso gera uma escassez alimentar muito grande nas feiras livres e nas mesas dos brasileiros. Como poucos alimentos para se consumir, vem a inflação de demanda.
Ou seja: como tem pouca oferta, os preços disparam e com isso a inflação também dispara, desvalorizando o valor do real e deixando os trabalhadores com seus salários depreciados diante de tanta carestia.
Esse negócio da economia brasileira vender apenas "commodities" (alimentos e produtos naturais sem valor agregado, ou seja, sem industrialização), por um lado, aumenta a nossa balança comercial.
Mas por outro gera um prejuízo maior na balança comercial. Como produzidos apenas produtos naturais e não somos um país industrialmente forte, os brasileiros compram lá fora badulaques tecnológicos: telefones celulares, carros de luxo, entre outros itens, que vão causar déficit na balança comercial.
Agora uma pausa na culpa do agronegócio, cujo maior chefão é o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (testa de ferro e laranja de multinacionais: Monsanto),
Outros vilões da carestia dos alimentos no Brasil são os grandes empresários de São Paulo e alguns outros de outros estados ricos da federação.
A Sadia e a Perdigão, no caso das galinhas de granja podres e cancerígenas, monopolizam o setor aviário e sempre aumentam os preços dos seus frangos congelados, que hoje seus preços oscilam entre 8 e 10 reais o quilo.
Já as indústrias de São Paulo e outras unidades ricas da federação (Rio de Janeiro, Minas Gerais) produzem macarrão, arroz, manteiga e outros alimentos a preços muito caros.
A importação de trigo e da farinha de trigo dolarizados para produzir pães, da Argentina e de outros países, é outro fato de carestia de alguns outros produtos básicos da alimentação dos brasileiros/as.
Como hoje é sexta feira,dia de feira, vou lá saber se os preços subiram outra vez.
Espero que a banana não custe agora 20 reais!
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Autor do artigo: Professor Tim é cientista político, blogueiro e pré-candidato a Presidente da República pelo PPL.
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