domingo, 7 de abril de 2019

Atigo do Blog Professor Tim sobre artigo do Professor Reginaldo questionando o vereador Marcelo e seu PL!

Aparte legislativo dominical de Reginaldo questiona o vereador Marcelo Evangelista e seu PL de redução de subsídios!
O que mais gosto de fazer aos domingos é 'alimentar' meu Blog com reprodução analítica de trechos ou de partes dos excelentes artigos dominicais do professor/radialista/assessor parlamentar: Reginaldo Silva.
  • O seu artigo deste domingo (7) vem em forma de aparte legislativo dominical, até porque o principal assunto que ele trata se refere a um polêmico Projeto de Lei (PL) do vereador Marcelo EvangelistaA imagem pode conter: Raimundo Freire De Araújo Freire e Marcelo Evangelista, pessoas em pé.
Caso do PL 17/2019, que trata de reduzir e fixando em 1 salário mínimo o subsídio dos vereadores da Câmara de Nova Russas -cujo valor atual está na ordem de R$ 7.000 (brutos), ressalvados os descontos.
Começa, Reginaldo, seu artigo sobre o PL de Marcelo, até entendendo que ele é constitucional e baseado na Lei Orgânica do Município, mas vendo que tal questão na legislatura seguinte:
Tanto o projeto do vereador Marcelo Evangelista, quanto o atual subsídio dos vereadores obedecem a Lei Orgânica do Município e a Constituição Federal. Cabe aos parlamentares legislar sobre seus subsídios sempre valendo para legislatura subsequente, conforme o texto constitucional..
Para, quase no final, dizer que até entende que o PL dele faça Justiça social, mas não entende que o vereador Marcelo tenha votado pelo aumento da água e do IPTU, que oneram o bolso dos consumidores:
#Na teoria, o projeto que reduz os subsídios dos vereadores é carregado de boas intenções. Marcelo na sua justificativa, chama de desperdício os subsídios dos políticos, diz que a intenção é de economicidade, justiça social e tem o objetivo de beneficiar a população de baixa renda. Na prática, Marcelo votou a favor do aumento da água e do IPTU, duas votações que oneram o bolso do povo mais pobre, os projetos não trouxeram nenhuma justiça social e ninguém sabe onde foram aplicados esses recursos, uma vez que ainda não houve nenhuma prestação de contas publicamente#.
Ainda advoga a tese que tal PL, além de não fazer uma suposta Justiça social, poderia, em tese, ser uma forma legislativa e parlamentar de criminalizar a Política e os políticos:
Marcelo é um grande ser humano e um bom parlamentar, mas, criminalizar a política não resolve os problemas. Ninguém muda uma realidade existente lutando contra ela, você cria um novo modelo, até tornar a realidade existente obsoleta. Nem a “velha política”, nem a “nova política”, é hora de criar uma política com integridade.
O questionamento de Reginaldo não se deteve ao PL. Questionou a própria conduta política, no seu vai e vem, na sua postura de não ter lado, de está sempre virando de lado para a oposição ou para o governo:
O jogo de empurra empurra acabou empurrando o vereador Marcelo para os braços da oposição. Já como adversário governista, o vereador teve grande desempenho, apresentando projetos e fazendo duras críticas ao governo municipal, inclusive, protocolando algumas denuncias contra a gestão no Ministério Público. Passado algum tempo, Marcelo acabou sendo seduzido novamente pelo canto da sereia governista e voltou a fazer parte do bloco de situação. Na entrevista que Marcelo concedeu a FM Vale, ele tratou de esclarecer o assunto. “Sempre me perguntam se sou situação ou oposição e quero dizer aqui, que sou do lado do povo.” declarou Marcelo.
Após aparte legislativo bem fundamentado de Reginaldo, como fez em seu artigo substantivo, só me resta dizer o seguinte, como direito de resposta e replica legislativa:
Palavra está facultada a Marcelo Evangelista!
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Autor: Professor Tim é cientista político e blogueiro!

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