Entre o choque e a catarse nacional, a população brasileira foi informada que, numa operação desastrada em Guadalupe (Zona Norte do Rio), cerca de 10 soldados do Exército deram mais 80 tiros contra um carro que conduzia uma família indo a uma chá de bebê, deixando brutalmente morto o músico Evaldo dos Santos Rosa e alguns feridos.
O sinistro ocorreu no momento em que o Brasil é governado pelo Presidente Bolsonaro, capitão reformado do Exército e um apologista da violência total do Estado.
- Presidente-Capitão Bolsonaro
, ou Bozo para os mais íntimos, é defensor do armamentismo e do atirar para matar por parte das forças de repressão policial e até das forças armadas. Outro dia, foi ao delírio e comemorou fanaticamente o assassinato sumário de 11 marginais comuns, em suposto tiroteio com a violenta ROTA.
Há ainda as denúncias que seus filhos teriam ligações com Milícias e grupos de extermínio, que atuam na favela carioca de Rio das Pedras.
É a insensatez irracional de Bolsonaro até sobre o Exército, de quem foi oficial. Ele não vê o Exército como uma força militar para defesa externa e a defesa da soberania do território nacional contra invasões estrangeiras, mas apenas uma força policial de repressão da burguesia.
Alinhado com a Doutrina Trump, chefão do Império Norte-Americano, que quer o Exército e as Forças Armadas sempre desarmadas, desorganizadas, apenas para ser usada contra civis. Foi que se viu na execução sumária do músico no Rio, com mais de 80 tiros.
Basta do Exército exercendo funções policiais.
Isso não é função constitucional do Exército.
Fica a lição para Bolsonaro!
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Editorialista: Professor Tim é cientista político e blogueiro!
, ou Bozo para os mais íntimos, é defensor do armamentismo e do atirar para matar por parte das forças de repressão policial e até das forças armadas. Outro dia, foi ao delírio e comemorou fanaticamente o assassinato sumário de 11 marginais comuns, em suposto tiroteio com a violenta ROTA.
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