sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Muitos direitos das mulheres novarussenses continuam negados.

 Nova Russas é uma das cidades em que as mulheres conquistaram menos direitos...
Embora a propaganda e o marketing oficial da Gestão de Todos (leia-se Prefeita Giordanna Mano) diga que há uma forte defesa dos direitos femininos, o certo é que Nova Russas é e continua sendo uma das cidades da região, em que as mulheres conquistaram menos direitos fundamentais e garantias constitucionais de cidadania.
Para começar. Por uma Lei da Gestão de Todos, por ex., algumas diretoras licenciadas do município para exercer funções de direção sindical no Sindicato dos Servidores nas lutas pelos direitos da categoria, deixaram de receber do município os salários devidos, tendo que retornar às atividades dentro do serviço público municipal.
E, na questão salarial, não é muito diferente. Servidoras do Administrativo receberam um pouco mais de 3% de aumento, considerado o menor da história e um dos menores de todos os tempos, exatamente contra um segmento feminino do serviço público que ganha tão pouco e com muitos direitos negados em suas atividades públicas.
As Crocheteiras novarussenses quase não tem recebido apoio institucional da atual gestão, nem mesmo um galpão possuem ou espaço coberto possuem para vender e comercializarem seus crochês e seus artesanatos, sendo que apoia mesmo as profissionais do croché continua sendo apenas a Ascron: a melhor entidade do Ceará.
Muitos cursos superiores (graduação acadêmica) voltados mais à formação acadêmica feminina (Enfermagem, Serviço Social, entre outros) não existem em Nova Russas, porque não temos universidades públicas estaduais e e nem instituições superiores do governo federal (UECE, UFC, Instituto Federal), apenas em Crateús.
Diferente de Santa Quitéria e de Canindé, entre outras cidades, com fábricas que empregam centenas de mulheres, não temos fábrica alguma em nosso município. Fazendo com que o índice de desemprego entre as mulheres seja muito alto e um dos maiores de nossa região, colocando o sexo feminino na sarjeta ou no mercado informal.
Diz-se o mesmo, em termos de carências, também na saúde públicas. Muitas vezes, nos Postos de Saúde, faltam os chamados remédios controlados, ou até mesmo básicos utilizados pela população feminina; além de, algumas vezes, faltarem profissionais médicos ou médicas especializadas nas questões ginecológicas e outras.
Verdade. Mulheres novarussenses com muitos direitos negados.
Confunde-se, porém, cidadania plena com um certo feminismo radical institucionalizado, com prevalência sobre a aplicação de medidas cautelares da chamada Lei Maria da Penha.
Nosso município avançou muito pouco nos direitos femininos.
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Um comentário:

  1. A tá da maluca da Izabé Moura vive pirsiguindo os homens e os pais de família.

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