sábado, 20 de setembro de 2025

Tese de que existe uma razão de viver em cada ser humano.

 Razões argumentativas da tese de que há uma razão de viver humana na Terra.
O consagrado jornalista Samuel Wainer tinha uma razão de viver. Até escreveu um lívro clássico com o título da razão existencial de viver: "Minha razão de viver". E a razão de viver era ser um militante com ética e moral na imprensa e no jornalismo brasileiro, defendendo uma liberdade de expressão e de comunicação para todos.
Mas por que cada ser humano tem uma razão existencial de viver? Que razões argumentativas explicam o fato? Seria o monoteísmo da crença num só Deus? seria a questão de sermos homo sapiens sapiens da razão cerebral? seria o DNA da singularidade e diferenciadora de cada ser da distinta espécie humana?
Pode ser, pode não ser!
Precisa-se, porém, exemplificar mais.
Há casais em que a razão de viver deles é amar um ao outro. O amor existencial e a razão de viver do amor naquele matrimônio/casamento é tão grande, tão superlativa, insuperável, que, quando um morre, imediatamente, não demora muito, o outro membro do casal também morre, porque a razão de viver era o amor do cônjuge.
Por razões ideológicas, tendo uma ideologia para viver, fazem de tudo para que aquela teoria ideológica se transforme em prática existencial. São capazes de tudo para passar da teoria à prática, até mesmo, quando são presos ou torturados defendendo seus ideais ideológicos, cometem suicídios para não terem que abdicar de suas convicções ideológicas.
A fé religiosa em Nossa Senhora ou em Nosso Senhor Jesus Cristo, seja na Igreja Católica ou no Cristianismo, leva a ser também uma razão existencial de viver. Só vivem enquanto a fé deles for absoluta e incorporando o sagrado em suas vidas de renúncias materiais. A perda do sagrado da fé podem levá-los ao falecimento.
Para outras pessoas, as razões existenciais de viver pode ser o dinheiro e a riqueza com suas benesses materiais, sendo que morrem quando ficam pobres e perdem suas riquezas. Para outros, pode ser viajar no espaço para tentar serem imortais, como foi o caso de alguns astronautas e cosmonautas dos Estados Unidos e da União Soviética.
O famoso tenor Luciano Pavarotti, o melhor de todos os tempos, tinha uma razão de viver. Vivia em torno de sua fantástica voz cantando as melhores músicas clássicas. Quando teve um câncer linfático e na laringe, ficando sem puder cantar, perdeu sua razão de viver. Entrou em depressão profunda. Depois, faleceu.
Jean Sartre também foi assim. Tinha uma fé ideológica e política no Existencialismo. Um ateísmo filosófico de que o existir humano vem antes de Deus. Vivendo a liberdade total. Porém, quando o exisencialismo socialista divinou o Estado e restringiu as liberdade, ele perdeu totalmente sua razão ideológica unica de viver. Morreu no pós-depressão ideológica existencialista.
Assim, para terminar, uma frase bem reflexiva:
Nunca perca sua razão de viver.
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