Costumo fazer minhas análises com base na mais pura lógica racional política, a partir de amplos conhecimentos políticos teóricos e práticos, pela interdisciplinaridade.
Faço, assim, muito diferente de Roberto Moreira, de Donizete Arruda, de Édson Silva, que nada entendem de política e de macropolítica do Ceará; muito menos Chagas Vieira, outro que não consegue entender e compreender a complexidade do mundo político cearense.
Pois bem. Apenas o introdutório.
Vamos aos fatos. A Retrospectiva analítica, em si, de como são os eleitos os Senadores no Ceará.
Em 1986, Mauro Benevides e Cid Carvalho foram eleitos porque estavam no MDB do Plano Cruzado e do então candidato a governo: fenomenal Tasso Jereissati (galeguim dos zói). É a tese: se o candidato a governador for muito forte, além da questão nacional, os dois senadores da chapa majoritária também são eleitos.
Também pela força do então governador Tasso, o senador eleito, em 1990, foi o novarussense Beni Veras: sócio de Tasso em algumas empresas e guru empresarial dele no CIC.
Com total apoio do governo estadual e também nacional, em 1994, os dois senadores eleitos, foram Lúcio Alcântara (muito ligado ao grupo de Ciro) e Sérgio Machado: sócio de Tasso no CIC. Os dois eleitos a força do Cambeba na política do Ceará, em especial de Tasso.
Na eleição seguinte, 1998, pela força política e do grande esquemão do Cambeba, além da força de Fernando Henrique, foi eleito senador Luiz Pontes (pai do atual prefeito de Massapê, Ozires Pontes).
A força política de Ciro e de Tasso se consolidou com a eleição de dois senadores em 2002. Foram eleitos: Tasso e Patrícia Saboia, esposa de Ciro.
E o Senador eleito, em 2006, foi o "comunista" Inácio Arruda, do PC do B, que, em 1986, apoiou o galelo para o governo do Ceará. Derrotou o extremista mórmon, Moroni. Inácio foi cooptado para depois ser destruído politicamente, como de fato aconteceu.
O crédito da eleição dos dois senadores cearenses em 2010, foi do Presidente Lula. Pimentel (PT) e Eunício Oliveira, MDB, só foram eleitos pela força política e eleitoral de Lula: um verdadeiro fenômeno de massas. Ela queria derrotar Tasso. E derrotou.
Os FG foram os padrinhos da volta de Tasso ao Senado, em 2014. Colocaram o Mauro Filho como 'bucha', apenas para perder pro Tasso.
Cid, em 2018, foi eleito pela força do governo Camilo. E o Eunício, por ter votado no Impeachment da Dilma, foi derrotado pelo Girão. Vários politicos apoiaram o Girão, da direitona, por baixo dos panos.
E a eleição de 2026? Quem serão os dois senadores eleitos? Acredita-se que, pela lógica, cada bloco faz um senador. O PT e Lula podem eleger Guimarães.
Se o Cid for candidato a senador apoiando Ciro Gomes, o eleito será ele. Se ele não for candidato, pode ser o Capitão Wagner, mas não por conta de pesquisas, por conta delas não passa de um 'cavalo paraguaio'.
Os eleitos, sim, podem ser o Guimarães e o Cid, em 2026.
Faço, assim, muito diferente de Roberto Moreira, de Donizete Arruda, de Édson Silva, que nada entendem de política e de macropolítica do Ceará; muito menos Chagas Vieira, outro que não consegue entender e compreender a complexidade do mundo político cearense.
Pois bem. Apenas o introdutório.
Vamos aos fatos. A Retrospectiva analítica, em si, de como são os eleitos os Senadores no Ceará.
Em 1986, Mauro Benevides e Cid Carvalho foram eleitos porque estavam no MDB do Plano Cruzado e do então candidato a governo: fenomenal Tasso Jereissati (galeguim dos zói). É a tese: se o candidato a governador for muito forte, além da questão nacional, os dois senadores da chapa majoritária também são eleitos.
Também pela força do então governador Tasso, o senador eleito, em 1990, foi o novarussense Beni Veras: sócio de Tasso em algumas empresas e guru empresarial dele no CIC.
Com total apoio do governo estadual e também nacional, em 1994, os dois senadores eleitos, foram Lúcio Alcântara (muito ligado ao grupo de Ciro) e Sérgio Machado: sócio de Tasso no CIC. Os dois eleitos a força do Cambeba na política do Ceará, em especial de Tasso.
Na eleição seguinte, 1998, pela força política e do grande esquemão do Cambeba, além da força de Fernando Henrique, foi eleito senador Luiz Pontes (pai do atual prefeito de Massapê, Ozires Pontes).
A força política de Ciro e de Tasso se consolidou com a eleição de dois senadores em 2002. Foram eleitos: Tasso e Patrícia Saboia, esposa de Ciro.
E o Senador eleito, em 2006, foi o "comunista" Inácio Arruda, do PC do B, que, em 1986, apoiou o galelo para o governo do Ceará. Derrotou o extremista mórmon, Moroni. Inácio foi cooptado para depois ser destruído politicamente, como de fato aconteceu.
O crédito da eleição dos dois senadores cearenses em 2010, foi do Presidente Lula. Pimentel (PT) e Eunício Oliveira, MDB, só foram eleitos pela força política e eleitoral de Lula: um verdadeiro fenômeno de massas. Ela queria derrotar Tasso. E derrotou.
Os FG foram os padrinhos da volta de Tasso ao Senado, em 2014. Colocaram o Mauro Filho como 'bucha', apenas para perder pro Tasso.
Cid, em 2018, foi eleito pela força do governo Camilo. E o Eunício, por ter votado no Impeachment da Dilma, foi derrotado pelo Girão. Vários politicos apoiaram o Girão, da direitona, por baixo dos panos.
E a eleição de 2026? Quem serão os dois senadores eleitos? Acredita-se que, pela lógica, cada bloco faz um senador. O PT e Lula podem eleger Guimarães.
Se o Cid for candidato a senador apoiando Ciro Gomes, o eleito será ele. Se ele não for candidato, pode ser o Capitão Wagner, mas não por conta de pesquisas, por conta delas não passa de um 'cavalo paraguaio'.
Os eleitos, sim, podem ser o Guimarães e o Cid, em 2026.
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