domingo, 11 de outubro de 2026

Felicitando o feliz aniversário do tesouro Maria Clara.

 

Domingando bem no aniversário de Ravena Félix: companheira de Alexandre Félix e mãezona do tesouro Maria Clara.
Neste 11 de outubro, um domingo sagrado, muito se celebra a vida. E é a celebração de uma grande mulher, a companheira do amor e da vida do ex-prefeito de Ararendá, notável líder Alexandre Félix: Ravena Félix, que muda a folhinha, faz mais um ano de vida pela misericórdia e a plenitude do amor divino de Deus.
Esposa maravilhosa, a amiga, a companheira de todas as horas do Alexandré Félix, mãezona do maior tesouro do fenomenal casal: Maria Clara, a filhinha divina deles.
Saúde, paz, sucessos e mais maravilhas na vida dela.
Feliz aniversário e vida bem longa.


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Crônica-textão de Júnior Bonfim sobre as crianças.

Só as crianças e as criancinhas são felizes..Quando Júnior Bonfim escreve sobre elas.

O textão mais sagrado e consagrado pela infância na data magna infantil. 12 de Outubro. Dia da Criança.

Só podia ser dele. O mais admirável Júnior Bonfim. Uma crônica lúdica, genial, santificada por todas as crianças.

Alfas ou betas. Digitais ou analógicas.

Tudo em nome da criança: sorridente, saúde, remédio do futuro promissor.

Vivabo Dia das Crianças.

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A CELEBRAÇÃO DOS QUE NASCERAM COM O FUTURO NA MÃO

 

Ela é como uma delicada baliza, uma estrela d’alva que ao céu alisa. Batizada Luísa, possui o gérmen azul de uma poetisa e se apresenta como uma flor de luz envolta em brisa. Tem menos de dois novembros, mas diariamente da sua fisionomia relembro. E essa amabilíssima lembrança me vem por conta do Dia da Criança. O rubro Outubro de sol caliente nos dadivou, à Toscana, com essa data dolce far niente! Que lúdico presente!

 

 

Cada geração tem sua peculiaridade. Nascemos duas vezes: uma do corpo, outra da temporalidade. Minha compleição biológica se gestou na chamada geração analógica. Os nascidos no entorno de um curral, batizados sob uma pia artesanal, celebramos, de forma especial, cada alteração e altercação espacial até atingirmos esse pico de estupefação digital. Para nós, era um assombro de prazer abrir uma cartilha para aprender a ler e, na sequência, entregar-se à magia do ato de escrever. Para nós, por exemplo, era uma verdadeira ilha da fantasia frequentar uma escola de datilografia. Ninguém tinha noção que aquilo era espécie de iniciação, oh céus!, para futuros e fortuitos pixels.  

 

 

Fomos testemunhas de verdadeiros acontecimentos sob o embalo da velocidade modificadora dos inventos. Quando ao telefone fixo a gente se acostumava, surgiu o fone móvel e o celular que dobrava, depois uma tela que na palma da mão se abrigava. Foi essa sobrevivente geração que presenciou a mais fabulosa transição, da manualidade à automação.

 

 

Duas gerações surgiram nessa reta: uma chamada Alfa e a outra, Beta. Ambas emergiram, por inteiro, neste século vigésimo primeiro. A Beta, geração genial, já nasceu sob a égide da inteligência artificial. Seus membros crescerão desprovidos daquele medo original do primeiro contato com a máquina digital. E talvez em relação ao novo sejam menos inseguros, detendo muito mais capacidade de habitar o futuro.

 

 

Há também o ar que essas crianças vão respirar, e ele vem carregado de urgência singular. Esses niños crescerão sob debates ambientais que em discursos não cabem mais. Conviverão com um clima inclemente, mudando sob o ritmo apressado dos impacientes. Presenciarão o verão esticar, a chuva desandar e o mar avançar. Serão, talvez, a primeira geração a encarar a sustentabilidade de modo arrojado: não será causa nem modismo, mas algo tão óbvio quanto dizer obrigado.

 

 

Estudos demográficos generosos projetam que os Betas serão numerosos. De forma especial, até 2035 somarão 16% da população mundial. Pensemos nisso, com o olhar além: a Luísa de hoje conhecerá o ano dois mil e cem. Ao invés de uma ficção, a famosa longevidade, essa silenciosa revolução, terá transformado em experiência comum o que hoje é exceção.

 

 

Induvidoso que as crianças desses últimos meses, de modo geral, nasceram num mundo moldado pela inteligência artificial. Mas nasceram, antes de tudo, com as mãos pequenas abertas e a mesma pergunta antiga nas íris despertas. Carregam, no panteão invisível da memória, igual desejo de colo e de história. E esta, possivelmente, seja para eles a mais preciosa herança: a de preservação da tocha da esperança. E que dela se espalhe o fogo da bondade, alimentando as máquinas com motores de humanidade.

 

 

No fundo, o Dia da Criança é também um bombástico aparelho: uma data que acende um alerta vermelho e nos obriga a olhar para frente sem desviar a vista do espelho. Comemoramos não apenas os que são, mas os que serão — e, de passagem, o que fomos até então. A infância é a única fronteira por onde todos já passamos em determinado momento e da qual ninguém guarda mais que fragmentos: um cheiro, um corredor, uma tarde sem ventos.

 

 

Porque toda criança, Beta ou Alfa, nomeada ou sem nome, é a prova de que o futuro nunca some. Ele é remédio, nunca veneno, pois ainda se atreve a começar pequeno. E enquanto houver uma Luísa exibindo um sorriso que nos hipnotiza, cantaremos a semente que fertiliza. E o Dia da Criança, que honradamente louvo, mostrará para o inumerável povo que sempre haverá tempo para começar de novo!

 

(Júnior Bonfim)




sábado, 10 de outubro de 2026

Um intelectual sábio o Professor Aluísio na busca dos votos para o Presidente Lula virar a eleição.

 

Professor Aluísio aposta no convencimento e no diálogo para virar a eleição para Lula.
Considerado o melhor diretor de escola, o Professor Aluísio esteve na plenária do PT em apoio à reeleição do Presidente Lula. Participou pedindo capacidade de convencimento, moderação e diálogo dos militantes petistas, seja nas redes sociais ou nas ruas, os votos necessários para a virada do Presidente Lula.
Mostrou que é um sábio da filosofia política.

 
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Que tanga crocheteira mais escandalosa.

 

Veja minhas previsões dos governadores eleitos dia 25 de outubro.

 

Digo ao Denilson e fundamento as teses quais serão os governadores eleitos no 2º turno dia 25!
Faço mais previsões para conhecimento do nobre vereador Denilson, que sempre está atento nelas com reflexão dialética e da dúvida metódica cartesiana, sobre as eleições para governador no 2º turno (dia 25), em sete estados de nossa federação brasileira.
São previsões com teses fundamentais de quem serão os governadores eleitos.
Para começar, o governador eleito será Cadu de Lula, apoiado pelo Presidente Lula, pela governadora Fátima Bezerra, por dezenas de prefeitos (e vices), centenas de vereadores; vários partidos políticos de expressão partidária; e pela senadora eleita, Samanda de Lula.
No Rio Grande do Norte, três cidades são determinantes e fortes para elegerem os governadores potiguares. Mossoró é a mais importante, vários ex-governadores nasceram (Agripino Maia, Wilma Faria). Tudo bem que o principal adversário de Cadu. Alysson Bezerra é de Mossoró, mas a vice de Cadu (Larissa Rosado) também é mossoroense, nascida na tradicional família Rosado.
Mossoró está dividida, favorecendo o Cadu.
Outro ponto forte do Cadu é ele apoiar e ser apoiado por Lula, enquanto o Alysson não tem candidato. Fica ruim.
Sendo assim, o Cadu será o governador eleito do RN.
Volta Aziz: governador eleito do Amazonas.
Fenomenal a força política de Osmar Aziz. Apoiando por todos os 62 prefeitos do Amazonas, pelos dois senadores eleitos (Eduardo Braga e Plínio Valério), pelo vice-governador Serafim; a vice dele, Alessandra Campelo, é deputada estadual e vice da Assembleia.
Ele simboliza. Personifica os maiores políticos profissionais: Gilberto Mestrinho, Amazonino Mendes e outros.
A bolsonarista Maria do Carmo Seffair não tem chance alguma.
Já no Acre, a atual governadora, Mailza Assis (PP), será reeleita. Vence o Alan Rick, do Republicanos.
O ex-prefeito de Vitória, o Lorenzo Pazolini (Republicanos), será o próximo governador do Espírito Santo. Vence o atual governador, Ricardo Ferraço (MDB).
Quem vai vencer a eleição no Tocantins (Região Norte) é Vicentinho Júnior. Futuro governador Vicentinho Júnior (PSDB), derrotando a Professsora Dorinha (União Brasil).
E, no Distrito Federal, quem ganha é a Celina Leão (PP), candidata do Centrão e do Ibaneis, apoiadora de Flávio Bolsonaro e apoiada por ele, e também pelas duas senadoras eleitas: Michelle Bolsonaro e Bia Kicsis. Herdeira do mesmo ciclo político, que vem desde Roriz.
São as minhas previsões para governadores.
Futuros governadores eleitos dia 25.


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Sou filho da Reforma Agrária, disse Jorge Mesquita.

 

Jorge Mesquita, filho da reforma agrária, transformou o Missias do MST no terceiro estadual mais bem votado de Nova Russas.
O sindicalista e ex-vereador Jorge Mesquita é mesmo uma das grandes e maiores lideranças da Esquerda em Nova Russas. Durante fala muito boa em evento do PT de apoio à reeleição do Presidente Lula, disse que era filho da reforma agrária.
O que é verdade. Ele sempre esteve nas lutas pela terra, nos assentamentos, buscando recursos para e pelo desenvolvimento agrário.
Razão que seu candidato a deputado estadual em Nova Russas tenha sido Missias do MST. O Missias obteve 613 votos, o terceiro estadual mais bem votado em Nova Russas.
Tudo pela força do Jorge Mesquita.
Viva a Reforma Agrária.
Tudo pela reeleição de Lula no 2º turno.
 

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Que bundão mais sensacional com o fio todo atolado.

 Pode ser uma imagem de praia e oceano

Fiquei feliz com os elogios do Andrezinho.

 

Agradecido pelos elogios do Andrezinho.
Muito, sempre coerente. O Andrezinho, destacado dirigente sindical e filiado ao PT, antigo camarada do PC do B, falou da encruzilhada que o país pode viver sob o bolsonarismo, entendendo que o governo Flávio Bolsonaro vai retirar os direitos da classe trabalhadora.
Fez elogios a mim como membro da comunicação social.

 
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Discurso de Fransquim pediu engajamento das forças de Centro e do Prefeito Anderson na campanha de 2º turno de Lula.

 

Líder Fransquim defendeu a participação das forças de Centro e do Prefeito Anderson na campanha de Lula no 2º turno.
O grande líder Fransquim fez um discurso de muita vibração pela reeleição do Presidente Lula (ou Lula 13 no 2º turno). Pediu o engajamento das forças políticas do Centro e do Prefeito Anderson para a virada do Presidente Lula contra o extremista Flávio Bolsonaro.
Acredita que o Nordeste e Minas Gerais vão garantir a virada de Lula 13.
Discurso dele foi bem aplaudido.

 
 
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Veja o Mapa da Europa.

 Pode ser uma imagem de mapa e texto

A pescadora gostosa das beiras roxas.

 Nenhuma descrição de foto disponível.

O pragmatismo político de Karla Loiola: votou Moses para Federal, Lula no 2º turno.

 

Pragmatismo político de Karla Loiola: votou Moses Deputado Federal e Lula no 2º turno da eleição presidencial...
Quem marcou presença no evento do Partido dos Trabalhadores foi a ex-vereadora Karla Loiola. Ela fez discurso de exaltação e da importância da eleição do Presidente Lula, falando, ainda, das perseguições que sofreu quando de gestões bolsonaristas, na eleição passada.
O problema é que, no 1º turno da eleição passada, ele votou para deputado federal num bolsonarista.
Votou na reeleição do Moses Rodrigues.
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Em discurso, Dr. João Carlos comparou o Bolsonarismo a Hitler.

 

Dr. João Carlos comparou o Bolsonarismo a Hitler e chamou Trump e a Direita de vagabunda.
Dos oradores presentes ao evento do PT, realizado neste sábado (10) na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, um dos discursos mais bem elaborados e dos mais forte foi do brilhante advogado Dr. João Carlos. Falou da importância de se derrotar Flávio Bolsonaro, a quem comparou o Bolsonarismo a Hitler.
Em outro momento, disse que a Esquerda tem que derrotar a Direita vagabunda.
Apostou na virada do Presidente Lula.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Segundo Denilson: Blogueio acertou 90% das previsões.

 

A Parábola da Árvore dos Bons Frutos segundo Socorrinha Holanda.

 

Socorrinha Holanda aparteou Toinha do Capitão com a Parábola da Árvore dos Bons Frutos.
Esperando a deixa da fala de Toinha do Capitão, elogiando a eleição do Deputado Jeová Mota e as perseguições contra o deputado federal Júnior e agora suplente de senador. Socorrinha Holanda pediu um aparte. E aparteou com a Parábola da Árvore dos Bons Frutos.
Dizendo que só jogam pedras nas árvores que dão bons frutos.
Depois, pediu que fossem feitas Moções para todos os candidatos do grupo.
No que a Presidente Cibelle concordou totalmente.

 
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Luís Augusto: o eterno radical bolsonarista do JS.

 

Luís Augusto volta a usar linguagem bolsonarista radical contra o Governo Lula e Vaccari!
Não há no radiojornalismo ceaerense uma voz de maior radicalismo bolsonarista do que a de Luís Augusto, apresentador âncora do Jornal Seara, ou JS. Na edição desta sexta colocou no ar um breve áudio do banqueiro Vorcaro sobre suposto financiamento de filme sobre Lula.
Depois, passou aos insultos verbais. Disse que o banqueiro Vorcaro e o ex-tesoureiro do PT, Vacarri, de bandidos contumazes.
Ele consegue ser mais radical bolsonarista do que o próprio Flávio Bolsonaro.
Não há nada de jornalismo no que ele faz no JS.
Na verdade, um fanatismo bolsonarista no rádio.

 
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Postando textão complementar do Dr. Augustino Chaves.

Textão de complementaridade do Dr. Augustino Chaves.

Excelente jurista e magistrado com altos conhecimentos jurídicos que foi, o Dr. Augustino Chaves conhece profundamente as teorias jurídicas defendidas por Hans Kelsen, mais especial a Teoria Pura do Direito.

Sobre o artigo que escrevi sobre Kelsen e sua teoria, faz um textão complementar.

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Tim, meu caro, aproveitando que você trouxe esse assunto, Hans Kelsen, queria aproveitar para falar de dois ou três momentos da vida dele. 

Sobre sua obra, apenas o registro que, colocando-se frente à essa produção teórica, nos deparamos, maravilhados, a colossal conjunto, arrojado, de amarrada lógica, de coerência interna, de beleza na escrita. 

Sou tomado do mesmo sentimento de quando estou à frente do conjunto de obras de arte expostas nos icônicos museus do Mundo. 

Essa colossal obra é, entretanto, para usar jargão do processo civil, matéria de alta indagação; e matérias dessa natureza chamam milhares de debates e comentários, controvérsias, oposições, profusão de elogios e cerradas críticas. Obra de referência, como que imune à passagem do tempo. 

Praga, 1881, nasce o nosso futuro jurista. Criança de menos de cinco anos mudou-se a Viena, a capital do Império Austro-Húngaro, no qual Praga orbitava. Em Viena estudou, em Viena graduou-se em Direito. 

O que primeiro preciso falar: o irromper da primeira guerra, em 1918, pegou o jovem Kelsen hospitalizado; nessa condição, o compulsório recrutamento ao cruel teatro da guerra não lhe abrangia. 

As fadas deixaram o jovem jurista longe das trincheiras, longe daquele absurdo existencial. 

Formado em Direito que era, havia de contribuir no serviço público, e assim viu-se designado promotor (para ser claro: acusador) nos julgamentos dos sub-oficiais onde se examinavam e se julgavam condutas, condutas acontecidas no absurdo dos combates, onde o crime máximo materializava-se na deserção. 

Transcorrido pouco mais de um ano nesse ofício, os registros administrativos constataram: os acusado livravam-se, punidos não eram, naquele tribunal de exceção. 

Qual o motivo? 

O jovem acusador, Hans Kelsen, empenhava-se, de fato, em retóricas defensivas, ainda que indiretamente, trazendo ao exame todo o contexto, salvando da visão fragmentada. 

E, naturalmente, sendo quem era, brilhou. 

Foi tirado da acusação e transferido à Consultoria Jurídica, quando lhe veio rara oportunidade, a saber, proximidade ao Imperador. Pois assim se deu, a trama do destino tecendo-se. 

Kelsen veio ao Mundo em alma de Defensor. Habitava nele um anjo da guarda. 

Não veio ao mistério da existência para se reduzir ao papel de acusar. 

Passemos a outra etapa de sua vida. Aos sessenta anos, judeu, jurista consagrado, demorou a deixar a Europa, o horror nazista expandia-se.

Conseguiu, em derradeira hora, escapar da sanha nazista. Exilou-se nos EUA. 

Depois de tratativas, foi ensinar em Harvard, mas sua condição de judeu, naquele estabelecimento de elite, e eu ia dizendo racista, então racista, bem não lhe acolheu. O então Reitor exercia-lhe manifesta antipatia. Ele conhecia aquela situação, pois sofrera, antes, perseguição, por ser judeu, quando foi ensinar em sua própria cidade natal, Praga. 

Deixou Harvard e partiu ao oeste americano, Universidade de Berkley. 

Kelsen havia pontificado em seguidas cátedras de universidades européias. 

Sua visão política era a social democracia, a crença no Direito, a despeito de o mundo está em guerra, incendiando. 

Simultaneamente a esse desastre coletivo vivia situação pessoal a exigir-lhe solução: desprovido de patrimônio, sua situação previdenciária, ou seja, sua aposentadoria, era incerta. 

Nada, absolutamente nada, subtraiu-lhe da determinação e concentração para pensar e escrever sua obra. 

Por tudo isso, meu caro Tim, entronizei a foto dele - Hans Kelsen - no panteão de fotos em meu gabinete pessoal. “O espírito sopra onde quer”. Deus esteja.




Veja a diferença básica: Adjunto Adnominal e Adjunto Adverbial.

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