Blog Professor Tim
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Dia 4 de agosto será a inauguração da Reforma da Praça da Rodoviária.
domingo, 19 de julho de 2026
Análise e reanálise do Blog da Karla Loiola.
Fui o único a acerta a previsão de que Júnior Mano não seria o candidato ao Senado na coligação PT-PSB.
Apresento-lhes a Pampa do melhor marketing volante.
Explicando porque Teixeira e Alana cantam com tanto fervor cívico e patriótico o Hino Nacional do Brasil.
Breve explicação porque Teixeira e Alana cantam com tanto fervor nacionalista o Hibno Nacional do Brasil.
Sobre Teixeira, o fato de ter sido da Banda Música de Nova Russas, por essa questão e razão, é que canta com fervor, com muita emoção e empolgação, com muito orgulho cívico, o Hino Nacional, exatamente porque ele fazia assim como músico e sob orientação dos maestros que lhe orientavam.
Já Alana és uma Irmã em Cristo defensora da família, da Pátria e de Deus, algo que o hino positivista brasileiro também defende.
Vereadoras Alana e Toinha do Capitão representaram o Legislativo na coletiva de imprensa da FECONOVA.
Explicando pela tese de que a FIFA não permite a mesma seleção ganhar duas copas seguidas, a Espanha será Campeã.
Genial Crônica de Júnior Bonfim sobre o encontro da conquistadora e da conquistada, na final da COPA.
Final Espanha Versus Argentina, na Crônica de Júnior Bonfim, é o encontro conquistadora e conquistada.
Duas Nações. Encontros e desencontros. Espanha, a conquistadora colonizadora; Argentina, a conquistada colonizada.
Quem leva a melhor na final da Copa do Mundo.
A Espanha, de García Lorca e sua força heráldica; ou a dramaticidade de Borges, da Argentina?
Traduzindo ao futebol: seria o futebol metódico, ordenado e geométrico perfeito espanhol?
Ou a inventividade, a criatividade, uma perfeição do futebol estético da sinfonia em tempo real da Argentina?
A Crônica genial de Júnior Bonfim responde muito bem.
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COPA: O ENCONTRO ENTRE CONQUISTADORA E CONQUISTADA
- “Vocês vão ver uma espada sendo feita igual se fazia na Idade Média.” Foi o que ouvimos, na vez primeira em Espanha, quando saíamos de Madri com destino a Toledo. (As espadas, em especial os túneis de espadas erigidos nos templos maçônicos, sempre me despertaram um misto de tirocínio e fascínio.)
E em Toledo - graça das graças! - senti aquilo que Neruda descreveu como uma “sensação incomparável, de mistério e de sonho.” Distando pouco mais de setenta quilômetros da capital espanhola, Toledo constitui um monumento medieval abraçado pelo Rio Tejo (é, gente, o Tejo nasce na terra de Miguel de Cervantes e não na de Fernando Pessoa...). O hermoso e vibrantemente melodioso idioma espanhol ecoa por mais de duas dezenas de países, como nossos vizinhos de sul américa, e encanta mais de meio bilhão de seres que habitam o nosso azulado planeta.
Pois bem. A final da Copa do Mundo de 2026 pôs frente a frente a força heráldica da Espanha de Federico García Lorca e a carga dramática da Argentina de Jorge Luís Borges. Há momentos na história do futebol em que, qual jazida mineral, o acaso se dissolve e emerge a inevitabilidade. A final entre as seleções sul-americana e europeia é um desses instantes em que o destino parece ter traçado suas linhas com precisão de ourives.
Espanha, a conquistadora; Argentina, a conquistada. Não é mera coincidência que duas nações tão profundamente ligadas pelo fio da história se encontrem na culminação do torneio mais sagrado do futebol mundial. É como se o próprio jogo, em sua silenciosa sabedoria, quisesse reconciliar duas sagas que se entrelaçam há cinco séculos.
Duas trajetórias meritórias, dois temperamentos repletos de vitais elementos. Há uma icônica ironia nesse encontro. A Espanha conquistou a América há cinco séculos e impôs sua língua, sua religião, sua cultura. A Argentina é, em muitos sentidos, filha dessa conquista — mas uma filha que se rebelou, que criou sua própria identidade, que transformou a herança em algo radicalmente novo. O futebol argentino é, paradoxalmente, tanto continuação quanto negação do espírito espanhol: mantém a paixão, a dramaticidade, mas a canaliza através de uma criatividade desordenada, de um improviso que beira o caos criativo.
A Espanha, ao contrário, sempre buscou a ordem, o sistema, a geometria perfeita. Seu futebol é uma metáfora de seu caráter nacional: disciplinado, metódico, convicto de que existe uma forma correta de fazer as coisas. Quando a Espanha joga, parece estar executando uma sinfonia; quando a Argentina joga, parece estar compondo uma em tempo real.
Mas aqui está o paradoxo que torna esta final tão magnética: ambas as seleções aprenderam uma com a outra. A Argentina incorporou mais estrutura, mais tática defensiva, mais paciência. A Espanha aprendeu que nem tudo pode ser controlado, que às vezes é preciso abraçar a incerteza, a velocidade, o risco calculado.
Argentina e Espanha se encontram não como conquistadora e conquistada, não como metrópole e colônia, mas como homólogos, semelhantes, iguais. E nessa igualdade reside a suprema e arrebatadora beleza do futebol: sua capacidade de apagar as hierarquias da história e criar, por noventa minutos, um espaço onde apenas o alento e o talento, a vontade e a genialidade, a atividade e a criatividade determinam o destino.
Ambas compartilham algo fundamental para qualquer nação: a tocha olímpica da paixão. Ambas entendem o futebol não como mero esporte, mas como uma flâmula ativa, expressão da alma coletiva. Para argentinos e espanhóis, ganhar uma Copa do Mundo não é apenas vencer uma guerra; é validar uma forma de ser, de pensar e de existir nesta terra.
(Júnior Bonfim. Crônica escrita em julho de 2026, às vésperas de um encontro que promete ser tão épico quanto os que o precederam.)
sábado, 18 de julho de 2026
Senador Cid é um político mais profissional do que o Deputado Eunício.
O maior elevado vertical do mundo.

Faço destaque e agradecimento à Fabiana pelo trabalho que ela faz na comunicação social da Festa de São Vicente de Paulo.
Destaco e agradeço novamente da Fabiana faz um trabalho voluntário excelente na comunicação social das novenas e na Festa de de São Vicente de Paulo em Nova Russas.
Visita técnica do Governador Elmano à Base do SAMU em Monsenhor Tabosa acompanhada pelo Deputado Jeová Mota.
Deputado Jeová Mota acompanha visita técnica à futura base do SAMU em Monsenhor Tabosa
Neste sábado (18), o deputado estadual Jeová Mota acompanhou, ao lado do governador Elmano de Freitas, uma visita técnica à área onde será implantada a futura base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Monsenhor Tabosa.
A implantação da unidade deverá fortalecer a rede de atendimento de urgência e emergência, ampliando a assistência à população de Monsenhor Tabosa e de municípios da região.
Durante a agenda, também foi realizada uma visita ao contorno viário do município, equipamento que contribui para a mobilidade urbana, melhora o fluxo de veículos e reforça a segurança no trânsito.
Jeová Mota destacou a importância de acompanhar ações voltadas ao fortalecimento da infraestrutura e dos serviços públicos, além de agradecer ao governador Elmano de Freitas pela visita ao município e pelos investimentos destinados à região.
Publicando meu 1º Selfie fazendo o L do Presidente Lula com a Professora Alcione Santos.
Eu vi e aprovei reforma da Praça da Igreja Matriiz de Ararendá.







