Acabei de assistir a entrevista de Renan Santos no Jornal Nacional e vou comentar.
Exatamente por isso, por ter assistido durante 40 minutos a entrevista do candidato do Missão (14) à Presidência da República, Renan Santos, no Jornal Nacional é que posso comentar com conhecimento de causa sobre as ideais e o seu projeto governamental na disputa pela Presidência da República.
Uma das ideias principais, bastante questionada por César Tralli e por Renata Vasconcellos (apresentadores do JN), é que ele defende que o Brasil produza e tenha um arsenal de bombas atômicas, como fator de dissuasão e de ter força no cenário internacional de muitas guerras.
Trata-se de uma medida nacionalista militarista e bélica colocando em risco a unidade e a paz na América do Sul, em especial com nosso vizinho principal, a Argentina, hoje governada pelo extremista Milei. Não é boa a ideia dele. Energia nuclear para fins pacíficos, sim, mas não para fazer guerras de matança em massa, como ele defende.
Outra ação governamental muito questionada na entrevista, foi na questão do seu plano de governo na segurança pública. Ele defende o encarceramento em massa, GLO (Garantia da Lei e da Ordem), estado de exceção, julgamentos coletivos, entre outras medidas totalitárias do Presidente de El Salvador, Bukele. Tudo isso, um extremismo todo, para combater o crime organizado e retomar territórios dos bandidos do PCC e do Comando Vermelho.
A respeito da pergunta do Tralli e da Renata, de onde tiraria para combater o tráfico e o crime organizado, falou apenas cortar despesas sociais que não pode cortar, nem ele, nem os apresentadores, nos altos custos do serviço da dívida pública e da dívida externa.
Defendeu o desenvolvimento tecnológico do Nordeste, mas não explicou nada.
Muito menos falou da adoção das reservas em bitcoin (criptomoedas).
Dá aproveitar algumas poucas ideias dele.
A maioria, totalmente sem sentido na prática.
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