Comentando o fato político do Senador Cid ser protagonista na formação da chapa governista por conta da força do irmão ser o candidato adversário na disputa pelo Abolição.
A tentativa desesperada do Governador Elmano (pré-candidato do PT à reeleição) e do Senador Camilo Santana para que o Senador Cid Gomes seja um dos dois candidatos oficiais da aliança partidária política PT-PSB e outros partidos aliados, ainda não deu resultado algum.
Na reunião de hoje (26) com os deputados estaduais da bancada socialista na Alece, Cid Gomes, novamente, disse não a ser candidato ao Senado. Seu candidato preferido ao Senado Federal na coligação PT-PSB continua sendo o deputado federal Júnior Mano, que é filiado ao PSB.
Pelo visto, Elmano e Camilo não são políticos profissionais. Não percebem o jogo político e a estratégia política para favorecer o irmão Ciro na disputa estadual. Suas imposições, enfraquecem o projeto político de poder de Elmano e Camilo. Primeiro, só aceita se o candidato a governador for Elmano. Segundo, só aceita Júnior Mano como candidato a Senador.
O cargo que Cid queria mesmo, para dar uma lição de subjetividade política a Camilo e Elmano, seria o de Governador do Ceará. Caso fosse oferecido a ele [Cid] a vaga de governador pela aliança pelo PT-PSB e outros partidos aliados, não pensaria duas vezes.
Venho repetindo a presente tese. O que os FG querem, com Ciro ou Cid, é reconquistar a hegemonia política perdida a partir da da entrada de Camilo e de Elmano no Abolição. Reconquista, sim, para ter o poder de volta, reconquistando, depois, a Prefeitura de Sobral das mãos da oligarquia dos Rodrigues.
Verdadeiro jogo de xadrez joga Cid, querendo vencer pelo cansaço.
Jogo de soma zero: ninguém vai ganhar no espera-espera.
Algo que só favorece o Ciro.
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