A construção do sagrado e da práxis na Terra a partir da visão humana do branco e do azul no Céu.
Muito da construção do imaginário religioso e do sagrado na Terra, bem como a práxis da transformação e da criação humana, derivam, muitas vezes, da observação da atmosfera celestial de duas cores muito sagradas e consideradas divinas: o branco e o azul.
A cor do manto de Nossa Senhora (Mãe de Deus, que mora no Céu), padroeira católica, é azul. O mesmo azul que, no imaginário popular, é expressão de teologia celestial, de mudança, de verdade, de sabedoria, da liberdade, tranquilidade, harmonia.
Já o branco, a cor dos anjos celestiais, vista sempre no Céu das nuvens, simboliza coisas boas. É o branco da paz, da pureza do coração, pureza, perfeição. Branco, muitas vezes, expressa confiança, verdade absoluta, reconhecimento das força angelical e de Deus.
Muitas vezes, porém, gera o racismo pelo fato da teologia do branco, de ser a raça escolhida, conforme aconteceu durante o Nazismo. E, na práxis, está na pintura, na poesia; nos automóveis, nos símbolos políticos e partidários, nos vários ramos industriais etc.
Da mesma forma, a cor azul.
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