Na mitologia judaico-cristão de Gênesis, o Jardim do Éden é o Paraíso na Terra da bem aventurança e das delícias. O melhor dos mundos com ar puro, frutas que nascem sozinhas, água em abundância e uma vida de prazeres.
Isso acabou em com a Queda e o pecado original de Adão e Eva
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Tentou renascer no País de Cocagne da literatura e da utopia medievais.
A formação do Estado republicano nos sentidos corporativistas e do bem estar social fez renascer a mitologia do Jardim do Éden. Paraíso para castas burocráticas de governantes e de seus serviçais nos três poderes da República.
Autoridades, membros de organizações e servidores do Estado em suas castas e poderes corporativos (Executivo, Judiciário, Legislativo), com grandes vantagens. Salários acima da média, muito tempo de férias, vantagens e privilégios acima dos simples mortais.
Outras vantagens estão em vários setores (habitacionais, alimentares, escolares, etc.). Até mesmo na carteirada que dão em outros que não são tão sagrados como eles.
O povão, embora com menos privilégios, também quer participar das bonanças do Jardim do Éden estatal. Ficam satisfeitos em receberem sem trabalharem programas sociais -tipo Bolsa Família.
Todos na bonança do estatal Jardim do Éden!
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Autor: Professor Tim é cientista político e blogueiro!
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