De Thomas Hobbes e seu Leviatã, divinizando o Estado Civilizatório como superior ao estado natural da guerra de todos contra todos; e de Engels, o parceiro de Marx, sempre houve um processo de divinização estatal como a mais perfeita das organizações humanas.
O Estado é considerado sagrado por suas organizações/leis seculares com o mesmo poder sagrado da família sagrada e de Deus na Terra. Isso pode ser visto na sacralidade e na santificação de que que possa ser do Estado e de seus organismos estatais.
O Estado acima de tudo, seja no fascismo ou no stalinismo, possibilitou ao Estado ser não apenas uma sacralidade familiar ou divina, mas superior a tudo.
O Estado é considerado sagrado por suas organizações/leis seculares com o mesmo poder sagrado da família sagrada e de Deus na Terra. Isso pode ser visto na sacralidade e na santificação de que que possa ser do Estado e de seus organismos estatais.
O Estado acima de tudo, seja no fascismo ou no stalinismo, possibilitou ao Estado ser não apenas uma sacralidade familiar ou divina, mas superior a tudo.
Deu-se ao aparelho estatal os super-poderes e os Super-homens podem mandar e desmandar, determinar quem deve morrer ou quem deve viver (biopoder), prender quem quiser; abrir e fechar templos religiosos etc.
Os chamados Estados Totalitários de Extrema-Esquerda (na antiga União Soviética) e de Extrema Direita (Nazismo, na Alemanha), como se fossem divindades, estabeleceram a ditadura total do pensamento único e transformou os líderes em Deuses unipessoais e com poderes absolutos.
Os chamados Estados Totalitários de Extrema-Esquerda (na antiga União Soviética) e de Extrema Direita (Nazismo, na Alemanha), como se fossem divindades, estabeleceram a ditadura total do pensamento único e transformou os líderes em Deuses unipessoais e com poderes absolutos.
O poder dos agentes estatais, mais notadamente dos organismos policiais vinculados ao aparelho de segurança do Estado, é tão impressionante, que, nas ações deles, são usados cachorros, leões e outros animais selvagenso do reino animal.
Domínio total da natureza igual ou superior a Deus.
E, dos mesmos agentes policiais [militares e outros] em suas operações policiais, por meio de leis corporativistas oriundas de uma visão sagrada, chegam a ter o poder de matar e de assassinar caso exista uma reação contra os mesmos, nos supostos confrontos.
Acima dos mortais, mesmo em tempos de Pandemia. Nas graves crises pandêmicas virais ou outras, por ex., são os agentes estatais, em vários casos, os primeiros a receberem as ditas vacinas para ficarem imunizados -por conta de serem da sacralidade.
O chamado Estado-Juiz, que usa roupas pretas em seus julgamentos de pecadores e infratores das leis estatais, condenados ao inferno das penas duras para cumprirem no infernal sistema penitenciário, por não serem da família sagrada estatal.
Sem falar nos Privilégios não apenas nos salários e algumas regalias, mas em outros momentos. Concede-se a eles, dentro de carros oficiais de vários tipos, a cruzarem o sinal vermelho, a fazerem ultrapassagens perigosas e outros meios para exercerem suas funções.
Não são apenas sagrados. Intocáveis.
Uma frase que diz tudo sobre a questão do Estado tomar o lugar da família e seus membros se acharem Deus, foi dita no tempo das monarquias absolutas e do direito divino dos reis pelo Rei Luís XIV, que se tornou um dos piores déspotas esclarecidos:
"O Estado sou eu".
Não precisa dizer mais nada!
Domínio total da natureza igual ou superior a Deus.
E, dos mesmos agentes policiais [militares e outros] em suas operações policiais, por meio de leis corporativistas oriundas de uma visão sagrada, chegam a ter o poder de matar e de assassinar caso exista uma reação contra os mesmos, nos supostos confrontos.
Acima dos mortais, mesmo em tempos de Pandemia. Nas graves crises pandêmicas virais ou outras, por ex., são os agentes estatais, em vários casos, os primeiros a receberem as ditas vacinas para ficarem imunizados -por conta de serem da sacralidade.
O chamado Estado-Juiz, que usa roupas pretas em seus julgamentos de pecadores e infratores das leis estatais, condenados ao inferno das penas duras para cumprirem no infernal sistema penitenciário, por não serem da família sagrada estatal.
Sem falar nos Privilégios não apenas nos salários e algumas regalias, mas em outros momentos. Concede-se a eles, dentro de carros oficiais de vários tipos, a cruzarem o sinal vermelho, a fazerem ultrapassagens perigosas e outros meios para exercerem suas funções.
Não são apenas sagrados. Intocáveis.
Uma frase que diz tudo sobre a questão do Estado tomar o lugar da família e seus membros se acharem Deus, foi dita no tempo das monarquias absolutas e do direito divino dos reis pelo Rei Luís XIV, que se tornou um dos piores déspotas esclarecidos:
"O Estado sou eu".
Não precisa dizer mais nada!
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Autor: Professor Tim é cientista político e blogueiro!
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