terça-feira, 4 de maio de 2021

1º Ensaio sobre os sentidos biológicos e teológicos de se tentar estabelecer uma suposta raça superior na Terra!

 Ensaio de experimentação teológica, biológica da ovulação e outras teses sobre a questão da raça eleita na humanidade!
É clássica a explicação biológica e da medicina da guerra pela ovulação entre milhões de espermatozóides para apenas um deles vencer a guerra ovular. Guerra pré-concepção que alimenta imaginários na questão da divisão humana em classes e segmentos diversos.
Mais do que uma divisão de classes. A tentativa daquele espermatozoide vencedor ser o embrião/DNA de uma raça superior.
Sempre existiu, por causa disso e por outros sentidos, a questão de se ter uma raça superior e melhor do que todas as outras, isso se o sentido de raça humana foi o mais correto.
Da biologia para a Teologia, a tese é a mesma de uma raça escolhida. Os Hebreus, antes os Caldeus, os Assírios; e, depois no mundo helênico, os gregos, ou os macedônios; sempre se posicionaram como se fosse eleito por um Deus ou por deuses politeístas uma raça acima de todas.
Há entre os Norte-Americanos o mito da excepcionalidade. De que, por procuração de Deus e por uma linhagem saxônica pura e na pureza racial, foram os eleitos por Deus para comandarem a Humanidade. É o mesmo sentido teológico-biológico da pureza social dos Arianos e Germânicos.
Isso ganha força até entre ateus comunistas e defensores da ditadura do proletariado. Nos manuais Marxistas-Leninistas, após a ditadura do proletariado e o comunismo sem classes, a vanguarda do proletariado vai conduzir o Planeta à sociedade perfeita da sociedade da igualdade absoluta.
Os crentes se acham os escolhidos de Deus para subirem ao Céu.
E Montezuma, Imperador dos Azteca, disse e resumiu tudo:
"Aqui está a raça mais superior e inteligente da Terra".
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Autor: Professor Tim é cientista político e blogueiro!

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