sábado, 8 de maio de 2021

Artigo do Blog Professor Tim sobre a busca humana pela imortalidade na desumanização corporal e nas invenções concretas.

 A busca imaginária e real humana na imortalidade por meio da não corporalidade e da cultura e da práxis concreta!
Viver para sempre. Ter uma vida eterna é a maior obsessão dos seres humanos. 
O Imperador Gilgamesh tentou buscar numa planta a sua imortalidade e resgatar a vida do amigo morto Enkidu, mas não conseguiu de forma alguma. 
Jesus Cristo, segundo o Novo Testamento, ressuscitou no 3º dia após sua morte crucificada no Monte do Gólgota e retornará para julgar a todos.
O Espiritismo fala em mortes e reencarnações sucessivas.
Tentativas de viver eternamente após a decretação de Deus, após criar o Homem à sua imagem e semelhança, que ele é mortal. Outra tentativa seria a desumanização corporal. Fazer reviver nas invenções da cultura e da práxis concreta uma forma de eternidade.
Estátuas, bustos, placas de ferro e de mármore são feitos como perpetuação da vida e da memória.
Palácios e residências são feitos com materiais pesados e duráveis para manter viva a pessoa que ali como lembrança de que possa ali ainda está.
Os livros que duram milênios (Bíblia, por ex.) são outros exemplos de reviver e não morrer nunca.
Até mesmo os robôs e os cyborg entram na tese.
Tenta-se de tudo para não morrer nunca.
Roberto Carlos, em "O Homem", cantou:
Existe uma outra vida além...
Renascer, morrer não é o fim.
Viva a imortalidade do Homem!
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Autor: Professor Tim é cientista político e blogueiro!

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