O sexo e a liberdade sexual sempre foram um tabu. Teológico.
Após a Queda e o Pecado Original, narra Gênesis, o sexo passou a ser considerado pecado contra a moral divina e contra a salvação eterna.
Com base na Teologia Moral, a Doutrina Jurídica passou a criminalizar o sexo fora do casamento e para fins reprodutivos. Há vários cânones e artigos jurídicos criminalizando a atividade sexual. Nascendo, daí, os chamados crimes contra a natureza e a atividade do sexo.
Após a Queda e o Pecado Original, narra Gênesis, o sexo passou a ser considerado pecado contra a moral divina e contra a salvação eterna.
Com base na Teologia Moral, a Doutrina Jurídica passou a criminalizar o sexo fora do casamento e para fins reprodutivos. Há vários cânones e artigos jurídicos criminalizando a atividade sexual. Nascendo, daí, os chamados crimes contra a natureza e a atividade do sexo.
Mas para surpresa de todos, foi na medicina e na Psicanálise que surgiram as mais severas e repressivas teorias sexuais. De Freud a Reich, surgiram as teorias sobre perversões sexuais como causa da loucura e os vários tipos de anormais sexuais, dentro da discussão entre o normal e o patológico:
sádicos, fetichistas, zoofilias, masoquistas etc.
O médico alemão Karl Friedrich Otto Westphal, que trabalhou com Freud, foi o 1º a elaborar a sexualidade homoafetiva dos homossexuais como algo patológico de uma sexualidade anormal e de um sentimento sexual contrário -embora sem comprovação científica.
As definir as chamadas patologias da vida sexual para vários setores, por ex., tais médicos e psicanalistas/psicólogos, podiam, como se fosse o modernos fundamentalistas judaicos, ir nas casas das pessoas, com várias sentenças repressoras: controlar a masturbação dos adolescentes, condenar o incesto, separar pais e filhos dos quartos.
Tudo em nome da ciência repressora do sexo.
Pior do que a repressão da teologia moral!
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O médico alemão Karl Friedrich Otto Westphal, que trabalhou com Freud, foi o 1º a elaborar a sexualidade homoafetiva dos homossexuais como algo patológico de uma sexualidade anormal e de um sentimento sexual contrário -embora sem comprovação científica.
As definir as chamadas patologias da vida sexual para vários setores, por ex., tais médicos e psicanalistas/psicólogos, podiam, como se fosse o modernos fundamentalistas judaicos, ir nas casas das pessoas, com várias sentenças repressoras: controlar a masturbação dos adolescentes, condenar o incesto, separar pais e filhos dos quartos.
Tudo em nome da ciência repressora do sexo.
Pior do que a repressão da teologia moral!
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Autor: Professor Tim é cientista político e blogueiro!
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