Foi o consagrado escritor/poeta português Fernando Pessoa, por meio de um dos seus vários pseudônimos (Alberto Caieiro), em seu Guardador de Rebanhos, no afã de divinizar as coisas do seu lugar e da sua cultura, quem disse que o Rio Tejo era o rio mais belo que passava em sua aldeia, no caso Lisboa.
Nas suas geniais aulas de Literatura e de Língua Portuguesa, a saudosa Professora Lupinha costumava citar a obra literária de Pessoa falando do Rio Tejo.
A obra de Pessoa e a Professora Lupinha foram citados no espetacular artigo do professor/intelectual Reginaldo Silva (postado em seu Face), não para dizer que Tejo era o rio mais importante a passar na nossa aldeia, mas o não menos famoso Curtume.
És o Curtume o Rio mais belo a passar em minha aldeia querida Nova Russas, completando 99 anos e imortalizada pela poetisa Zilmar Mendes nas "Plagas do Curtume".
Foi o verdadeiro hino de amor a Nova Russas por meio do Curtume.
Com as louceiras, o trem, os carreteiros, os produtos agrícolas, às margens do Curtume.
Onde tudo rima com poesia!
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O rio Tejo, não é mais belo do que o rio que corre na minha aldeia. O rio que corre na minha aldeia, não é tão extenso quanto o rio Tejo e também não deságua no Atlântico. O primeiro contato que tive com o rio Tejo e com Alberto Caeiro, foi com a professora Lupinha, uma mulher extraordinária que nos fez viajar pelo Tejo, através da Poesia.

O rio que corre na minha aldeia, é o rio Curtume, imortalizado pela poetisa Zilmar Mendes Martins que decanta as belezas de Nova Russas em sua obra, Nas Plagas do Curtume. Hoje, é dia 11 de novembro, Nova Russas completa 99 anos de emancipação política e em meio aos devaneios da minha mente, vem o desejo de festejar o rio da minha aldeia. Lupinha, Zilmar Mendes, louceiras, carreteiros, oiticica, algodão, o trem, feirantes, às margens do rio Curtume, tudo vira poesia e formam essa obra que vai sendo construída por muitas mãos até os dias de hoje. Celebremos os 99 anos de Nova Russas, porque o rio Curtume é mais belo que o Tejo e é o rio que corre na minha aldeia.
Nas suas geniais aulas de Literatura e de Língua Portuguesa, a saudosa Professora Lupinha costumava citar a obra literária de Pessoa falando do Rio Tejo.
A obra de Pessoa e a Professora Lupinha foram citados no espetacular artigo do professor/intelectual Reginaldo Silva (postado em seu Face), não para dizer que Tejo era o rio mais importante a passar na nossa aldeia, mas o não menos famoso Curtume.
És o Curtume o Rio mais belo a passar em minha aldeia querida Nova Russas, completando 99 anos e imortalizada pela poetisa Zilmar Mendes nas "Plagas do Curtume".
Foi o verdadeiro hino de amor a Nova Russas por meio do Curtume.
Com as louceiras, o trem, os carreteiros, os produtos agrícolas, às margens do Curtume.
Onde tudo rima com poesia!
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O rio Tejo, não é mais belo do que o rio que corre na minha aldeia. O rio que corre na minha aldeia, não é tão extenso quanto o rio Tejo e também não deságua no Atlântico. O primeiro contato que tive com o rio Tejo e com Alberto Caeiro, foi com a professora Lupinha, uma mulher extraordinária que nos fez viajar pelo Tejo, através da Poesia.
O rio que corre na minha aldeia, é o rio Curtume, imortalizado pela poetisa Zilmar Mendes Martins que decanta as belezas de Nova Russas em sua obra, Nas Plagas do Curtume. Hoje, é dia 11 de novembro, Nova Russas completa 99 anos de emancipação política e em meio aos devaneios da minha mente, vem o desejo de festejar o rio da minha aldeia. Lupinha, Zilmar Mendes, louceiras, carreteiros, oiticica, algodão, o trem, feirantes, às margens do rio Curtume, tudo vira poesia e formam essa obra que vai sendo construída por muitas mãos até os dias de hoje. Celebremos os 99 anos de Nova Russas, porque o rio Curtume é mais belo que o Tejo e é o rio que corre na minha aldeia.
Autor: Reginaldo Silva é escritor, professor, jornalista e imortal da Academia Novarussense de Letras.
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