Não leia antes de ler a Crônica de poeta/escritor/intelectual Júnior Bonfim qualquer texto sobre os 190 anos de Crateús. Postou cedo seu textão insuperável sobre o aniversário da sua Mãe Terra Crateús; a quem um amor imorredouro de caráter cultural e póetico sob a profundeza natural das águas do Poty.
Refúgio desde as priscas eras, uma cavidade terrena que não morre nunca, fraternal e solidária urbe que ali foi enterrado o umbido do grande vate apaixonado por um centro civilizatório chamado Crateús: potência regional das artes, que cresce e desenvolve sob todos os setores.
Refletindo sobre a ligação sacra e mística do eu e do umbigo enterrado, jamais esquecendo a terra sagrada do Senhor onde se nasceu.
Fazendo isso a dedilhar louvores e construções poéticas. Sua Crateús favorita, no aniversário de 6 de julho, é a do verso, da rima, do construto poético, personificado no maior e mais festejados dos poetas crateuenses: José Coriolano.
E, no sacramento católico da crisma, transplantado para o secularismo da polis grega da cidadania urbana e do devir mudancista, sonha (com licença poética!), para que Crateús seja a cidade do amor, da prosperidade, do progresso, do desenvolvimento e da esperança...de que dias melhores virão!
Não vou ler mais nada do aniversário dos 190 de Crateús.
Basta a Crônica de Júnior Bonfim!
Refúgio desde as priscas eras, uma cavidade terrena que não morre nunca, fraternal e solidária urbe que ali foi enterrado o umbido do grande vate apaixonado por um centro civilizatório chamado Crateús: potência regional das artes, que cresce e desenvolve sob todos os setores.
Refletindo sobre a ligação sacra e mística do eu e do umbigo enterrado, jamais esquecendo a terra sagrada do Senhor onde se nasceu.
Fazendo isso a dedilhar louvores e construções poéticas. Sua Crateús favorita, no aniversário de 6 de julho, é a do verso, da rima, do construto poético, personificado no maior e mais festejados dos poetas crateuenses: José Coriolano.
E, no sacramento católico da crisma, transplantado para o secularismo da polis grega da cidadania urbana e do devir mudancista, sonha (com licença poética!), para que Crateús seja a cidade do amor, da prosperidade, do progresso, do desenvolvimento e da esperança...de que dias melhores virão!
Não vou ler mais nada do aniversário dos 190 de Crateús.
Basta a Crônica de Júnior Bonfim!
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FELIZ ANIVERSÁRIO, CRATEÚS!
Existem vínculos que subsistem ao caminhar das eras. São imorredouros, eternos. Como olvidar a protetora cavidade materna que, durante meses, foi o nosso refúgio terno e profundo antes de abrirmos os olhos ao latejar do mundo?!
Como esquecer o pedaço de chão que serviu de fraterno abrigo para que enterrássemos o cordão do nosso umbigo?!
Carregamos indelevelmente, no pomar do coração, o aroma da terra que nos pegou pela mão. Mãe e terra, incansáveis germinadoras, fábricas de vida, explosões de rebentos, incubadoras de sementes selecionadas...
Hoje, 06 de julho, é dia de dedilhar louvores à terra de José Coriolano. É mais um natalício de Crateús. É um momento de abrirmos o baú memorial, retirarmos os retratos antigos e relembrarmos a imagem do nosso nascedouro.
Demais disso, o momento é propício, também, para crisma, sacramento de ratificação da graça batismal de poder sonhar. Sonhar que esta cidade seja – como era para os antigos gregos - um espaço seguro, ordenado e pacífico, onde os homens possam se dedicar à busca da felicidade, à construção da dignidade, à insuflação do amor, à propagação da esperança e à ampliação da paz!
(Júnior Bonfim)
Existem vínculos que subsistem ao caminhar das eras. São imorredouros, eternos. Como olvidar a protetora cavidade materna que, durante meses, foi o nosso refúgio terno e profundo antes de abrirmos os olhos ao latejar do mundo?!
Como esquecer o pedaço de chão que serviu de fraterno abrigo para que enterrássemos o cordão do nosso umbigo?!
Carregamos indelevelmente, no pomar do coração, o aroma da terra que nos pegou pela mão. Mãe e terra, incansáveis germinadoras, fábricas de vida, explosões de rebentos, incubadoras de sementes selecionadas...
Hoje, 06 de julho, é dia de dedilhar louvores à terra de José Coriolano. É mais um natalício de Crateús. É um momento de abrirmos o baú memorial, retirarmos os retratos antigos e relembrarmos a imagem do nosso nascedouro.
Demais disso, o momento é propício, também, para crisma, sacramento de ratificação da graça batismal de poder sonhar. Sonhar que esta cidade seja – como era para os antigos gregos - um espaço seguro, ordenado e pacífico, onde os homens possam se dedicar à busca da felicidade, à construção da dignidade, à insuflação do amor, à propagação da esperança e à ampliação da paz!
(Júnior Bonfim)
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