Não foram poucas as vezes, antes da realização do 2º turno da eleição presidencial na Argentina, em que afirmei a possível vitória do ultraliberal populista Javier Milei, da Direita ligada ao La Libertad Avanza, contra o então candidato presidencial Sergio Massa, candidato do União pela Patria e dos Peronistas argentinos.
Falava e expliquei os vários motivos e razões da vitória dele.
Uma questão central era o fato de Milei ser um populista teatral e muito popular, com uma plataforma demagógica de tirar a Argentina da hiperinflação e da crise econômica profunda, enfrentando um economista sem muito carisma, rompido com o peronismo e que era acusado da grave crise econômica e inflacionária, como é o caso de Massa.
Seu tipo físico lembrava o ex-presidente Carlos Menem, também um populista de Direita, que implementou as mesmas medidas econômicas no país vizinho: dolarização, privatização total da economia, fechamento do Banco Central Argentino na emissão de lastro metálico, compromisso com o sistema financeiro internacional.
Outro fator. O Milei teve apoio de todas as forças partidárias ideológicas de Centro e da Direita, bem como dos vários partidos e forças políticas adversárias dos Peronistas, como foi o caso do Partido Proposta Republicana, de Patricia Bullrich; da União Cívica Radical (do ex-presidente Alfonsín); e também do ex-presidente Macri.
Terceiro. Defendeu bandeiras conservadoras e cristã da maioria do povo argentino.
Quarta. Teve apoio do Presidente Biden e da Casa Branca, do ex-Presidente Trump, para se opor à política externa do Presidente Lula.
E grande apoio da Direita e da Extrema-Direita do Brasil, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Foram as razões da vitória de Milei.
Mas é só um mandato.
Falava e expliquei os vários motivos e razões da vitória dele.
Uma questão central era o fato de Milei ser um populista teatral e muito popular, com uma plataforma demagógica de tirar a Argentina da hiperinflação e da crise econômica profunda, enfrentando um economista sem muito carisma, rompido com o peronismo e que era acusado da grave crise econômica e inflacionária, como é o caso de Massa.
Seu tipo físico lembrava o ex-presidente Carlos Menem, também um populista de Direita, que implementou as mesmas medidas econômicas no país vizinho: dolarização, privatização total da economia, fechamento do Banco Central Argentino na emissão de lastro metálico, compromisso com o sistema financeiro internacional.
Outro fator. O Milei teve apoio de todas as forças partidárias ideológicas de Centro e da Direita, bem como dos vários partidos e forças políticas adversárias dos Peronistas, como foi o caso do Partido Proposta Republicana, de Patricia Bullrich; da União Cívica Radical (do ex-presidente Alfonsín); e também do ex-presidente Macri.
Terceiro. Defendeu bandeiras conservadoras e cristã da maioria do povo argentino.
Quarta. Teve apoio do Presidente Biden e da Casa Branca, do ex-Presidente Trump, para se opor à política externa do Presidente Lula.
E grande apoio da Direita e da Extrema-Direita do Brasil, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Foram as razões da vitória de Milei.
Mas é só um mandato.
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