Estive no Cercado dos Evangelista, que deveria ser uma APA [Área de Proteção Ambiental], observando as plantas e vegetais naquele espaço geográfico natural, para formular uma nova tese.
A do Darwinismo Vegetal.
Observei plantas e vegetais diversos da Caatinga: Carnaúbas, oiticicas, os Mandacaru; anjicos, aroeira, jurema preta, entre outras.
São plantas fortes e resistentes na luta pela evolução vegetal, sobrevivendo com pouca água (acumula nas raízes) e com muitas armas para se defenderem uma das outras. Se fecham em copas, entrançadas, muitos espinhos nas cascas, venenos nas folhas para se evitar ataques de insetos e vegetais inimigos.
É a guerra de todos as plantas contra todas as plantas, no que o maluco do Charles Darwin e sua teoria das espécie (válida apenas para os animais), chamaria de Teoria da Espécie Vegetal.
Sobrevivendo apenas os mais aptos e os mais evoluídos.
E as carnaúbas conseguem criar em torno de si um ecossistema próprio com a junção nela de outras plantas, que sobrevivem enganchadas a seus nutrientes.
E as carnaúbas conseguem criar em torno de si um ecossistema próprio com a junção nela de outras plantas, que sobrevivem enganchadas a seus nutrientes.
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