sábado, 17 de agosto de 2024

Defendendo a tese da tese Hegemonia do Deus-Sol nos imaginários humanos.

 Tese da tese da adoração humana buscando a explicar nos exemplos humanos a hegemonia absoluta do Deus-Sol no imaginário humano superior ao Deus do Céu!
Mesmo seja que seja o Todo Poderoso metafísico que criou o Céu e a Terra, o Deus Celestial adorado pelos cristãos e a maioria dos religiosos na Terra, por não ser visível e apenas transcendental do absoluto do invisível, sempre perdeu espaço e a hegemonia par a um Deus visto e com muitos poderes.
O Deus-Sol, estrela de quinta galáxia a 150 milhões de anos-luz da Terra. Cultuado e adorado por muitos nos vários continentes, a ponto de Protágoras, o filósofo sofista de que o Homem é a medida de todas as coisas, chamá-lo de 'bola de fogo' milagrosa.
Uma vez mais, exatamente para substantivar a tese da tese acima, explicando racionalmente o fenômeno da hegemonia de adoração do Deus-Sol sobre o Deus-Céu.
Os metalúrgicos soldando e fazendo soldas soltando faíscas amarelas da cor do fogo solar, inconscientemente, no dia e na noite, fazem isso para adoração ao Sol. 
A tradição milenar de beber álcool, cachaça, whysky, é uma forma de introjetar no corpo o fogo solar por meio de uma bebida e ficar forte pela força do Sol. Por isso, quando alguém está bêbado, sujeito está de fogo, ou seja, está com o Sol dentro dele.
A sagrada mitologia do antigo Egito, embrionária da Teocracia dos Faraós, divinizou o Faraó Amon-Rá e o Deus Apolo, que, em suas carriagens de fogo anunciavam o nascimento do ciclo solar e da crença sobrenatural sobre os poderes ilimitados do Deus-Sol.
Na Política mundial, Os Imperadores Azteca (México) obedeciam ao ciclo solar de poder e de dominação. E o Imperador do Japão, pelo menos até o fim da 2ª Grande Guerra, era considerado uma divindade iluminada e nomeada pelo Sol.
E, na secular França, já na modernidade iluminista, o Rei Luís XIV, um déspota esclarecido, se chamava Rei-Sol.
Ou o político Direito Divino Solar.
A China era o chamado Império do Sol Nascente.
Fundada por Cristo, o verbo encarnado filho do Deus [celestial], a tem no Santíssimo Sacramento do Altar (Ostensório), que é um símbolo sagrado em formato solar, usado quando Cristo é transmutado na hóstia consagrada da vida eterna, a própria materialização do Sol como Deus.
E a coroa que cobre as cabeças dos anjos e dos santos, também foi inspirada na forma devocional e teológica da adoração ao Sol, transplantada de crenças pagãs antigas para o credo católico.
Na práxis transformativa e inventiva, quando há consciência humana e passa a ser o Homo Sapiens fugindo do animalismo, há vários inventos e invenções adorativas do Deus-Sol: energia elétrica e lanternas, velas, farois dos carros  etc.
Na adoração ao Leão, o Rei dos Animais e principal símbolo de várias nações por ter a pela dourada do mesmo tipo solar; e do próprio ouro, refletem que o Sol simboliza coragem, riqueza e progresso. 
Existindo, ainda, pessoas que usam ouro em seus dentes, simbolizando a devoção à riqueza amarela oriunda da maravilha solar.
Na filosofia-teologia, o Padre Nicolau Copérnico criou a Teoria Heliocêntrica, dizendo que, na verdade, é a Terra que gira em torno do Sol.
Durante o mês de junho e até de julho, no Nordeste e várias outras partes do Brasil, as fogueiras de São João, de Santo Antonio e de São Pedro são acesas, com as crenças de que o Sol garantida a vida da espécie humana na Terra.
O único que não tinha devoção e nem acredita na força avassaladora do Sol foi Ícaro que, teimoso no seu sonho tolo de voar bem alto, morreu torrado pelo fogo solar.
Há uma frase muito repetida como mantra, refletindo muito bem que o Sol é consenso entre os habitantes do Planeta:
"O Sol nasceu para todos".
Frase da verdadeira hegemonia solar.
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