O motivo da explicação é porque o ex-Presidente Bolsonaro e seus bolsonaristas não sabem ou não entendem da diversidade. As várias Esquerdas existente e atuantes na América Latina, dizendo que todos são comunistas.
Na verdade, apenas uma pequena parte da Esquerda é Marxista-Leninistas, ou vulgo Comunistas, pelo menos no Brasil, representados pelo PC do B, PCB e por algumas correntes marxistas no PT, no PSTU e na Unidade Popular, a UP.
O Partido dos Trabalhadores (PT), liderado pelo Presidente Lula (que é o melhor presidente do planeta), tem várias correntes e tendências políticas ideológicas: que vão do centro progressista, passam pela socialdemocracia até a Extrema-Esquerda.
O próprio PSOL não é Marxista e nem Leninista. O PSOL tem uma tendência mais trotskista do internacionalismo proletário gradual e da revolução permanente de Leon Trotsky.
O trotskismo também é forte na Argentina, liderada pelo sociólogo Nahuel Moreno: fundador da Liga Internacional Socialista (LIT-QI), liderando os morenistas na brigadista revolucionária.
Mas é quem é forte muito forte na Esquerda da Argentina é o Peronismo, movimento nacionalista e social-democrata liderado por Perón, que, além dele, elegeu outros presidentes, inclusive o antecessor do direitista Javier Milei.
Na Venezuela, no Equador e na Bolívia, a Esquerda é Bolivariana, ou seja, segue o legado da Pátria Grande e do anti-imperialismo de Simón Bolívar. Algo parecido na Nicarágua, em que a Revolução Sandinista tomou o poder para implantar as ideologias nacionalistas de Sandino: principal líder contra o Império Norte-Americano.
Já a Esquerda peruana, nas ideias de Mariategui e do Professor Guzman, divide-se entre o Sendero Luminoso (Maoísta) e da Teologia da Libertação: ala progressista e revolucionária da Igreja Católica.
E o fenômeno guerrilheiro foquista-guevarista é uma característica da Esquerda na Colômbia, cujo presidente é o esquerdista Petro. Há e já existiram várias guerrilhas na selva colombiana: FARC e outras.
Na verdade, apenas uma pequena parte da Esquerda é Marxista-Leninistas, ou vulgo Comunistas, pelo menos no Brasil, representados pelo PC do B, PCB e por algumas correntes marxistas no PT, no PSTU e na Unidade Popular, a UP.
O Partido dos Trabalhadores (PT), liderado pelo Presidente Lula (que é o melhor presidente do planeta), tem várias correntes e tendências políticas ideológicas: que vão do centro progressista, passam pela socialdemocracia até a Extrema-Esquerda.
O próprio PSOL não é Marxista e nem Leninista. O PSOL tem uma tendência mais trotskista do internacionalismo proletário gradual e da revolução permanente de Leon Trotsky.
O trotskismo também é forte na Argentina, liderada pelo sociólogo Nahuel Moreno: fundador da Liga Internacional Socialista (LIT-QI), liderando os morenistas na brigadista revolucionária.
Mas é quem é forte muito forte na Esquerda da Argentina é o Peronismo, movimento nacionalista e social-democrata liderado por Perón, que, além dele, elegeu outros presidentes, inclusive o antecessor do direitista Javier Milei.
Na Venezuela, no Equador e na Bolívia, a Esquerda é Bolivariana, ou seja, segue o legado da Pátria Grande e do anti-imperialismo de Simón Bolívar. Algo parecido na Nicarágua, em que a Revolução Sandinista tomou o poder para implantar as ideologias nacionalistas de Sandino: principal líder contra o Império Norte-Americano.
Já a Esquerda peruana, nas ideias de Mariategui e do Professor Guzman, divide-se entre o Sendero Luminoso (Maoísta) e da Teologia da Libertação: ala progressista e revolucionária da Igreja Católica.
E o fenômeno guerrilheiro foquista-guevarista é uma característica da Esquerda na Colômbia, cujo presidente é o esquerdista Petro. Há e já existiram várias guerrilhas na selva colombiana: FARC e outras.
Cuba nunca foi marxista, desde a revolução comandada por Fidel Castro. Chama-se moreno o socialismo de lá, liderado pelos irmãos Castro e pelo atual presidente Miguel Días Canel.
Vizinho aos Estados Unidos, e presidido pelo Presidente Obrador, o México tem uma Esquerda baseada no legado nacionalista de Lázaro Cárdenas: estadista que rompeu relações com os Estados Unidos e seu império do mal.
Enquanto no vizinho Uruguai, tem a esquerda social-democrata do Mujica.
Pelo visto: existem várias e dialéticas esquerdas latino-americanas.
Vizinho aos Estados Unidos, e presidido pelo Presidente Obrador, o México tem uma Esquerda baseada no legado nacionalista de Lázaro Cárdenas: estadista que rompeu relações com os Estados Unidos e seu império do mal.
Enquanto no vizinho Uruguai, tem a esquerda social-democrata do Mujica.
Pelo visto: existem várias e dialéticas esquerdas latino-americanas.
Apenas a cegueira bolsonarista não quer ver.
Esses bolsonarista pobre que não tem onde cair morto vive do bolsa família ou receber algum benefício do governo. Vive de mimimi.
ResponderExcluirquanta baboseira macho!!
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