As motivações, as razões e as lógicas pela crença em Deus e no monoteísmo são variadas e diversas. Em tese inicial, para fugir do animismo mágico e políteísta de vários deuses, determinou-se, para explicação racional e lógica teológica, a crença em Deus, ao mesmo tempo do sagrado e também do científico.
A eterna busca humana pela imortalidade, que vem desde Gilgamesh, é outra razão humana da crença em Deus, pois, pelo poder sobrenatural do Todo Poderoso, mais ainda, por morar no Céu, e quem morrer com a fé e obedecendo aos 10 mandamentos da Lei de Deus, ressuscita dentre os morros e vai viver eternamente.
O que leva a maioria absoluta dos homens a crer em Deus, sem dúvida teológica, é a questão central de que seu nome é masculino. Deus é a força masculina, de origem divina do chamado patriarcado e do patriarcalismo, devotado, por meio de princípios, de que o Homem é a criatura preferida da criação.
Há povos e raças humanas, por ex., que, em nome da excepcionalidade e do providencialismo (raças eleitas por Deus), consideram-se criados por Deus para serem hegemônicos e protagonistas na Terra. É o reforço teológico para que hebreus e norte-americanos sejam os mais fortes devotos e crentes do Todo Poderoso.
No campo do simbólico transformado pela práxis, pelo menos na Casa Comum, uma grande multidão de cristãos e religiosos acreditam em Deus, exatamente por Ele (Criador do Céu e da Terra), garantir a própria vida aos seres humanos: garantindo chuvas e colheitas na agricultura, controlando os fenômenos da natureza, transformando os animais como dominados; dando inteligência superior ao Homo Sapiens Sapiens.
Em troca de se acreditar no Deus Monoteísta, os crentes teológicos buscam, igualmente à entidade que mora no Céu, também serem oniscientes, onividentes e onipotentes. Ou seja, os humanos de Deus, muitas vezes, tornam-se potentes divinos, vêem tudo, sabem tudo, como Deus do Céu incorporasse neles o tempo todo.
Pelo espírito de fogo pentecostal, pelos milagres dos santos e dos intercessores, pelas curas espirituais e materiais, reunidas no chamado sobrenatural da fé com a força divinal, são outros fenômenos identificados e que reforçam a crença mais do que dogmática na divindade monoteísta, porque é do livramento e da vida salva com saúde.
Sem falar que, pelo antropocentrismo como imagem e semelhança, dotado do livre espírito e da inteligência humana divina, a crença em Deus também deriva disso, os homens e mulheres dominam a Terra, os animais, os meios naturais; constroem o estado como messianismo divino, produzem ciências e filosofias para justificarem Deus como Supremo acima de tudo.
Será eterna, por tudo isso, a crença humana em Deus.
A eterna busca humana pela imortalidade, que vem desde Gilgamesh, é outra razão humana da crença em Deus, pois, pelo poder sobrenatural do Todo Poderoso, mais ainda, por morar no Céu, e quem morrer com a fé e obedecendo aos 10 mandamentos da Lei de Deus, ressuscita dentre os morros e vai viver eternamente.
O que leva a maioria absoluta dos homens a crer em Deus, sem dúvida teológica, é a questão central de que seu nome é masculino. Deus é a força masculina, de origem divina do chamado patriarcado e do patriarcalismo, devotado, por meio de princípios, de que o Homem é a criatura preferida da criação.
Há povos e raças humanas, por ex., que, em nome da excepcionalidade e do providencialismo (raças eleitas por Deus), consideram-se criados por Deus para serem hegemônicos e protagonistas na Terra. É o reforço teológico para que hebreus e norte-americanos sejam os mais fortes devotos e crentes do Todo Poderoso.
No campo do simbólico transformado pela práxis, pelo menos na Casa Comum, uma grande multidão de cristãos e religiosos acreditam em Deus, exatamente por Ele (Criador do Céu e da Terra), garantir a própria vida aos seres humanos: garantindo chuvas e colheitas na agricultura, controlando os fenômenos da natureza, transformando os animais como dominados; dando inteligência superior ao Homo Sapiens Sapiens.
Em troca de se acreditar no Deus Monoteísta, os crentes teológicos buscam, igualmente à entidade que mora no Céu, também serem oniscientes, onividentes e onipotentes. Ou seja, os humanos de Deus, muitas vezes, tornam-se potentes divinos, vêem tudo, sabem tudo, como Deus do Céu incorporasse neles o tempo todo.
Pelo espírito de fogo pentecostal, pelos milagres dos santos e dos intercessores, pelas curas espirituais e materiais, reunidas no chamado sobrenatural da fé com a força divinal, são outros fenômenos identificados e que reforçam a crença mais do que dogmática na divindade monoteísta, porque é do livramento e da vida salva com saúde.
Sem falar que, pelo antropocentrismo como imagem e semelhança, dotado do livre espírito e da inteligência humana divina, a crença em Deus também deriva disso, os homens e mulheres dominam a Terra, os animais, os meios naturais; constroem o estado como messianismo divino, produzem ciências e filosofias para justificarem Deus como Supremo acima de tudo.
Será eterna, por tudo isso, a crença humana em Deus.
Tudo passa, menos a fé do Homem em Deus!
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