domingo, 11 de janeiro de 2026

Desenvolvendo a tese da fuga humana da animalização rumo ao evolucionismo científico do Homem.

  Desenvolvendo a tese da fuga humana da animalização pela práxis racional cerebral e pela evolução intelectual do conhecimento nas ciências...
Mesmo que o escritor sagrado de Gênesis, livro bíblica da Criação do mundo por Deus, os seres humanos fogem da animalização presente nos demais animais.
A primeira ação modificativa de fuga do primitivismo animal (em bsuca de se tornar um Homo Sapiens Sapiens) é deixar as marcas originárias da animalidade.
Deixou de andar nu e de quatro pés como fazem os demais animais brutos,  usou sandálias para proteger os pés descalços, usou talheres para se alimentar.
Ritos e rituais que a Antropologia, a primeira das ciências a desanimalizar o Homem, explica muito com algo da evolução humano rumo ao progresso de si e da espécie.
Contra a natureza, que também o faz animal dependente, o Homem  construiu a práxis transformadora no marxismo da modificação do espaço para que o humano não seja mais animal.
Por isso, e através dos conhecimentos humanos e científicos de Marx e de outros pensadores, em torno do materialismo dialético e histórico, os seres humanos construíram o estado científico e a metamorfose da evolução.
Deste modo, pelo marxismo e pela sociologia, a partir da evolução da sociedade comunal para a sociedade científica da luta de classes, surgia o novo Homem: não animal e racional.
A academia, fundada por Platão, muito antes, foi a primeira forma de fuga humana dos instintos primitivos irracional, fundando as ciências da razão e do cérebro. Quando alguma pessoa por exemplo, gradua-se em qualquer curso acadêmico, o sociólogo Pierre Bordieu tem uma definição: capital simbólico.
Muitas vezes, os animais são usados como inspiração para ideologias, inventos, fabricações tecnológicas etc. A Águia, por exemplo, inspirou a construção do Império Norte-Americano. Muitos aviões são fabricados com inspiração nos pássaros.
George Orwell, que ficou famoso como escritor crítico dos regimes totalitários, foi buscar no mundo animal sua tese anti-totalitária. 
Em a "Revolução dos Bichos", colocando defeitos humanos fascistas e extremistas de Esquerda nos animais, fez a mais dura crítica contra os regimes ideológicos extremistas.
Ou seja: o Homem sempre buscou distância da animalização.
Pois, humanos é que sois.
Pelo visto: jamais animais irracionais!




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