A engenharia da política consensual do Poder Legislativo de Nova Russas tem situação única e singular na vida parlamentar brasileira. Todos os 13 vereadores estão na chamada base governista da Gestão de Todos: cuja chefe do Poder Executivo é a Prefeita Giordanna -que retorna ao cargo no próximo dia 21.
Não é fácil entender a engenharia política do consenso dos 13 edis.
Tudo bem que o PRD, partido que a prefeita se reelegeu, tem 7 vereadores com assento: Antonio Carlos, Dalva, Toinha, Sebastião Mano, Jefferson Castro, Raimundinho Coruja; e a Presidente Cibelle. E o Mobiliza (antigo PMN), partido sempre dominado pelo Capitão Washingtonm elegeu quatro vereadores/as: Socorrinha Holanda (decana), Teixeira, Fonsim e o decano Denilson.
E o PT, que teve o candidato de oposição, com a vereadora Camilly, está na base; bem como o PL, da vereadora Alana Ribeiro, mesmo que a presidência do partido em Nova Russas esteja em divergências com a gestão.
De certo modo, muitas vezes, o apoio consensual tem choque de realidade com o Poder Executivo. Não existe uma reciprocidade do Executivo para com o Legislativo. Um bom exemplo de não reciprocidade: Nenhum dos vários secretários municipais (de um secretariado formado por pessoas não nascidas em Nova Russas), é bom dizer, foi indicado por qualquer um dos 13 vereadores, revelando que o prestígio deles é muito pequeno (ou quase inexistente).
O Sr. Denilson Peres Martins, que é o decano com nove mandatos, é muito pouco prestigiado. Não conseguiu indicar secretário, nem sub, apenas alguns cargos para apadrinhados e familiares no 3º escalão da administração.
Para piorar, o vereador Sebastião Mano está ocupando espaços importantes na sua mais importante base eleitoral e pode se tornar o principal líder parlamentar e político do Major Simplício.
Além do Major, ocupa espaços, com apoio direto da máquina pública, em vários distritos e comunidades. É o Super-Vereador Sebastião.
Mesmo com a problemática, a Câmara continua um consenso dos 13.
Não é fácil entender a engenharia política do consenso dos 13 edis.
Tudo bem que o PRD, partido que a prefeita se reelegeu, tem 7 vereadores com assento: Antonio Carlos, Dalva, Toinha, Sebastião Mano, Jefferson Castro, Raimundinho Coruja; e a Presidente Cibelle. E o Mobiliza (antigo PMN), partido sempre dominado pelo Capitão Washingtonm elegeu quatro vereadores/as: Socorrinha Holanda (decana), Teixeira, Fonsim e o decano Denilson.
E o PT, que teve o candidato de oposição, com a vereadora Camilly, está na base; bem como o PL, da vereadora Alana Ribeiro, mesmo que a presidência do partido em Nova Russas esteja em divergências com a gestão.
De certo modo, muitas vezes, o apoio consensual tem choque de realidade com o Poder Executivo. Não existe uma reciprocidade do Executivo para com o Legislativo. Um bom exemplo de não reciprocidade: Nenhum dos vários secretários municipais (de um secretariado formado por pessoas não nascidas em Nova Russas), é bom dizer, foi indicado por qualquer um dos 13 vereadores, revelando que o prestígio deles é muito pequeno (ou quase inexistente).
O Sr. Denilson Peres Martins, que é o decano com nove mandatos, é muito pouco prestigiado. Não conseguiu indicar secretário, nem sub, apenas alguns cargos para apadrinhados e familiares no 3º escalão da administração.
Para piorar, o vereador Sebastião Mano está ocupando espaços importantes na sua mais importante base eleitoral e pode se tornar o principal líder parlamentar e político do Major Simplício.
Além do Major, ocupa espaços, com apoio direto da máquina pública, em vários distritos e comunidades. É o Super-Vereador Sebastião.
Mesmo com a problemática, a Câmara continua um consenso dos 13.
Acredita-se que continuará assim em 2026.
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