Quando o notável Deputado Júnior Mano, o 2º parlamentar mais bem votado do Ceará e sempre levando muitas emendas para ajudar dezenas de municípios nos mais diversos setores (educação, saúde, infraestrutura), lançou sua pré-candidatura a Senador da República e houve uma grande empolgação de aliados políticos de que seria eleito ao Senador, fiz algumas ponderações e questionamentos.
Na minha argumentação de motivos, afirmei que o lançamento tinha sido mais precipitado. Era para ter agido e articulado com precisão e segredo político nos bastidores, deixando para lançar a pré-candidatura ao Senado só no tempo certo, evitando-se, assim, a perseguição de adversários poderosos -como de fato aconteceu.
Além deste, foram alguns erros políticos. Fez uma inflexão muito rápida da Direita Centrista para a Centro-Esquerda, abandonando o centro conservador ara apoiar integralmente o Projeto político de Camilo e de Elmano em Fortaleza e outras cidades do Ceará, perdendo aliados históricos e parte do seu eleitorado cativo.
Quando o Cid decidiu apoiá-lo para Senador, sendo que ele se filiou ao PSB, disse que era apenas uma vontade pessoal de Cid, nem mesmo os irmãos de Cid (ex-prefeito Ivo; Deputada Lia) nunca apoiaram sua pré-candidatura ao Senado, tampouco o Presidene Eudoro e outras lideranças socialistas e parlamentar do PSB.
Dito e feito. O apoio de Cid não rendeu nada, porque fazia parte de um jogo estratégico, no final se não desse certo, diria-se: tentei, mas não deu certo.
Disse mais. Júnior Mano só seria eleito senador se tivesse os apoios do Presidente Lula, do Governador Elmano e do Senador Camilo, fazendo parte da chapa majoritária do PT e do PSB.
Nunca houve qualquer sinalização do PT em apoiá-lo.
Torcíamos para que fosse viabilizado seu projeto de senador.
Mas a realidade política é diferente do sonho político.
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