O brutal assassinato da autoridade espiritual suprema do Irã, Ayatolá Ali Khameni, pela CIA e pela força áerea do Império Norte-Americano, sob o comando do imperialista Donald Trump, reforça a tese da crença fundamentalista da teocracia protestante dos Estados Unidos de manter a hegemonia por meio de guerras e pelos assassinatos de líderes de nações inimigas.
Não se leva, por exemplo, a defender o Irã por defender o Irã, uma nação onde impera uma teocracia islâmica e uma ditadura da fé muçulmana, mas não se pode aceitar a agressão imperialista comandada por um presidente republicano extremista.
Movidos por uma guerra fundamentalista teocrática de ser um povo da excepcionalidade de Deus, povo escolhido para mandarem no mundo, serem os donos do Planeta, a partir de uma escolha feita pelo divino e pela santíssima trindade.
Isso leva a manter guerras imperialistas, sangrentas e assassinas, como acontece hoje no Irã e já aconteceu em várias partes do mundo, inclusive com assassinato como principal tática. Método de guerra numa visão de assassinar por assassinar.
Basta do Império invadir países e nações independentes.
Não se leva, por exemplo, a defender o Irã por defender o Irã, uma nação onde impera uma teocracia islâmica e uma ditadura da fé muçulmana, mas não se pode aceitar a agressão imperialista comandada por um presidente republicano extremista.
Movidos por uma guerra fundamentalista teocrática de ser um povo da excepcionalidade de Deus, povo escolhido para mandarem no mundo, serem os donos do Planeta, a partir de uma escolha feita pelo divino e pela santíssima trindade.
Isso leva a manter guerras imperialistas, sangrentas e assassinas, como acontece hoje no Irã e já aconteceu em várias partes do mundo, inclusive com assassinato como principal tática. Método de guerra numa visão de assassinar por assassinar.
Basta do Império invadir países e nações independentes.
Precisa-se condenar mundialmente o assassinato de líderes pelos ianques.
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