Comentando e analisando a grande perda de capital político-eleitoral do Deputado Bruno em Nova Russas.
Quando terminou a eleição estadual (2022), mesmo que não tenha sido reeleito deputado estadual, pelo menos em Nova Russas, o Deputado Estadual Bruno Pedrosa foi campeão absoluto de votos. Com apoio da então prefeita Giordanna Mano e de um forte grupo de vereadores e lideranças políticas, obteve exatos 6.850 votos dos eleitores novarussenses.
Passados quatro anos da eleição passada, o certo é que houve uma grande perda do capital político-eleitoral em relação à eleição anterior. Na projeção da atual eleição (2026), no comentário e na análise, é que a votação dele será muito menor e muito mais baixa.
Primeiro de tudo, raras e poucas lideranças políticas novarussenses estão com ele. Certo mesmo, para votar nele, no momento não há vereadores e nem suplentes. Votos certos dele são o Adalberto Filho, o Francisco Antonio Kaká, o Flávio Soares, o Gegê Freitas. O Monteirão (eterno assessor Monteiro) não vota mais.
O prefeito Anderson Pedrosa, que é primo dele, vota em Jeová Mota, seguindo orientação política dos líderes supremos do grupo governista.
Os 13 vereadores também votarão em Jeová Mota. Até mesmo o Denilson, por gratidão e por tudo que fizeram por ele, deveria votar em Bruno, mas vai votar em Jeová Mota. E até mesmo a vereadora Camilly do Zé Roberto, que é do PT, vota em Jeová.
O suplente do PT, Coca, acredita-se, também, não votará.
Muitas lideranças do PT estão divididas entre Moisés Braz, Missias do MST e Deassis Diniz.
A crítica é que Bruno se ausentou muito do município. Deveria ser mais presente. Levar pra tribuna da Assembleia e pro Palácio da Abolição as demandas populares.
Realmente, houve uma grande perda do capital político e eleitoral.
E não há muito tempo para recuperar.
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