Desenvolvendo a tese da tese de que da polissemia da Filosofia substituindo Deus e o monteísmo acaba secularizando dogmas da Teologia e das religiões...
Desenvolvo e divulgo mais uma tese. Ou tese da tese da polissemia da filosofia substituindo Deus e o monoteísmo por outros nomes e funções imanentes da substituição do divino.
O próprio conceito teológico de Deus foi substituído pelo filosófico de Ontologia
(ciência do ser humano, ou origem do ser humano); estudo do ser enquanto
ser, vai num sentido da criação original e única da criatura humana, mas faz o substituísmo cristão e da dogmática teológica do criacionismo.
Existencialismo, essência de fazer suas escolhas, na filosofia do filósofo existencialista ateu francês, Jean Paul Sartre, substituem o nome Deus e o livre arbítrio teológico.
No
filosofar do filósofo comunista-ateu Karl Marx, Deus foi trocado por materialismo
histórico e dialético, ou seja o Deus-Estado exerce todas as funções divina na sociedade socialista rumo ao comunismo da sociedade sem classes. Acabam as palavras divinas de Onisicente, Deus Onividente, Deus
Onipotente, substítuídas por Estado.
A partir do conceito filosófico de Mônada (Monadismo), crença filosófica de que a semente divina gerou a raça única humana na Terra (tipo um átomo divino da perpertuação da espécie; ou nous, conceito indivisível no cosmo), acabou-se para sempre a crença na teologia da origem única do Homem a partir de Deus.
A partir do conceito filosófico de Mônada (Monadismo), crença filosófica de que a semente divina gerou a raça única humana na Terra (tipo um átomo divino da perpertuação da espécie; ou nous, conceito indivisível no cosmo), acabou-se para sempre a crença na teologia da origem única do Homem a partir de Deus.
Shopenhauer, na filosofia existencialista, em seu "Mundo como vontade e representação", obra filosófica seminal de
que a principal ação humana é reproduzir a espécie, acabou com Deus e a teoria teológica de crescer e multiplicar a espécie, por
meio do sexo reprodutivo.
E o Penso, logo existo!, do filósofo Descartes, acabou com o monoteísmo racional de Deus, substituindo-o por ceticismo e dúvida metódica.
E o Penso, logo existo!, do filósofo Descartes, acabou com o monoteísmo racional de Deus, substituindo-o por ceticismo e dúvida metódica.
Heidegger, em vez de Deus gerar a vida e a morte, substituiu o monoteísmo por ser para a morte.
Augusto Comte, em seu Positivismo, trocou Deus pelo cientificismo filosófico.
Freud detestava usar o nome de Deus, trocando-o por inconsciente; Jung, preferia arquétipo a Deus; Até Machado de Assis, o mais consagrado escritor brasileiro, rejeitou Deus ao usar um conceito filosófico:
Humanitismo, ou filosofia de um só sentido.
Nietzsche, o filósofo
tornado doido pela sífilis, fez pior. Matou o nome de Deus para sempre, a quem o chamava de Deus da moral do rebanho, preferindo um nome humano ou palavra humana:
Super-Homem, o matador de Deus.
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