Refletindo sobre os simbolismos e
arquétipos coletivos políticos de Ciro Gomes na presente campanha.
arquétipos coletivos políticos de Ciro Gomes na presente campanha.
Foi de Carl Jung, o grande rival de Freud, o estudo mais aprofundado sobre simbolismos e arquétipos coletivos nas nas várias culturas humanas. Porém, faltou estudar a questão dos ditos simbolismos e imaginários na construção política das lideranças e dos líderes políticos.
O ex-governador e novamente pré-candidato ao Governo do Ceará, em torno de sua pré e futura candidatura, tem uma série de simbolismos e de imaginários em torno da sua mitologia política. Um deles, é o fato de reconstruir o projeto tucano e social-democrata do PSDB no Ceará, basta relembrar, que ele foi eleito governador, em 1990, pela sigla tucana. O mesmo número de agora: 45.
Outro simbolismo-arquétipo político é de restabelecer a questão redução do tamanho do estado e diminuir os gastos públicos, do ajuste fiscal, do aumento da receitas, que são, sem dúvidas, as linhas mestras dos governos Tasso e dele (instalados no Palácio do Cambeba), chamados, pela Esquerda, de neoliberais.
Mais. Renovar a aliança política e ideológica com o Tassismo, o CIC, entre outros setores da chamada modernização tecnológica e empresarial, iniciada com Virgílio e os vários Plameg.
Outra aspiração arquétipa será no rumo do feito à ordem e do fortalecimento do aparelho policial e contra a chamada violência urbana, política pública aplicada por Tasso e por ele, vindo à memória, o combate do tassismo à pistolagem e aos pistoleiros -que eram as facções da época.
Com Ciro, retorna-se, também, a força política de Sobral e da Zona Norte. Em seu governo, caso seja eleito, a Princesa do Norte deve receber os maiores investimentos. E o atual poder, dos Rodrigues, será substituído por um aliado ou familiar dos Ferreira Gomes.
Com ele, e isso é uma unanimidade.:
Retornam os grandes discursos governamentais.
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