Republico a matéria: vitória de Keiko Fujimori simboliza a minha tese da vitória da Direita e da Extrema Direita pelo apoio e presença de Trump na Casa Branca.
Domingo passado, antes do fechamento das urnas no Peru, fiz uma matéria afirmando a vitória de Keiko Fujimori (Fuerza Popular, Força Força Popular).
Afirmava que a possível vitória dela referendava minha tese de que a presença de Donald Trump, vinculado à direitista e extremista ala do Partido Republicano (EUA), ajudava muito nas vitórias de candidatos de Direita e de Extrema Direita na América Latina, como é o caso de Keiko Fujimori.
Houve uma virada de chave na política da América Latina, desde que Trump assumiu. A Direita venceu no Chile, na Costa Rica, na Guatema, no Paraguai, bem possível que também vença, com o extremista Spriella a eleição presidencial na Colômbia.
Só lembrando, conforme afirmei na primeira matéria em que dava Keiko Fujimori como vencedora, ela é a personificação do Fujimorismo no Peru e na América Latina, regime político de extrema direita iniciado pelo pai dela, então presidente
Alberto Fujimori: introduzindo execuções em massa, esquadrões da morte,
mortes violentas pelo militarismo estatal; além da forte corrupção, sob a
liderança dele e do General Montesinos.
Sou de esquerda, mas não posso negar os fatos.
Keiko será a futura presidente do Peru.
Mas terá um governo muito difícil.
O Peru está totalmente dividido.
E ela não tem habilidade política alguma.
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