Apresento
novamente a chapa majoritária capaz de derrotar Ciro: Camilo
Governador, Domingos Filho na vice; Júnior Mano e Luizianne no Senado.
Estou
decidido, na condição de filiado e de intelectual orgânico do Partido
dos Trabalhadores, a participar da discussão e do debate interno petista
e com outros partidos aliados, visando a formação de uma chapa
competitiva capaz de derrotar Ciro Gomes aliado ao Bolsonarismo e à
direita policialesca.
Defendo
que o candidato a governador do PT e partidos aliados (PSB, PSD,
Republicanos) seja Camilo Santana. A candidatura de Camilo seria pelo
simbólico e imaginário de projeção profissional, pessoal e política que
ele tem, além de senador, foi governador e também ministro da Educação
(Governo do Presidente Lula)
Isso
o credencia no meio popular, no povão e na classe média, tendo as
mesmas credenciais e a mesma força política e institucional de Ciro
Gomes.
Para
o cargo de vice-governador, merece, sim, até porque sempre teve um
sonho de participar do Poder Executivo, pois, durante 8 anos, foi vice
competente do então governador Cid Gomes.
Falo
e defendo que o poeta e
intelectual Domingos Filho (um dos quadros políticos mais qualificados
do Ceará) seja o companheiro de chapa de Camilo. Ele é um grande orador
carismático, comanda um grande e forte partido (PSD), apelo popular em
várias regiões do Ceará, bem articulado politicamente.
Na
questão do Senado Federal, defendo dois nomes. O primeiro nome, seria
da pré-candidata do Rede-PSOL, Luizianne Lins. A querida Luizianne,
eterna defensora do socialismo, das lutas sociais e populares, do
governo de distribuição de renda do Presidente Lula.
Na
segunda vaga, seria do deputado federal Júnior Mano, uma liderança em
ascensão e com forte apoio político entre lideranças municipais. Ele tem
um forte apoio dos prefeitos e dos vereadores. O nome de Júnior Mano,
por ser novo e pelo apelo nas bases municipalistas, fortalece muito o
projeto de poder governista.
Não tem esse negócio do Júnior Mano ser suplente do Cid, ele tem que ser o candidato ao Senado.
As suplências seriam, respectivamente, do Republicanos e do MDB, que indicariam Chiquinho Feitosa e Eunício Oliveira. Seria, em tese, sim, uma chapa majoritária muito mais forte.
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