Editorial: Morreu Zuenir Ventura, o imortal de muitos clássicos da literatura e do jornalismo.
Desencarne,
na visão espírita, morte, na doutrina católica, ou outro termo, o certo
é que morreu Zuenir Ventura. Morto aos 95 anos, de causas naturais,
Ventura foi um dos consagrados escritores do jornalismo político e ícone
de jornalismo imparcial, independente e identificado com os
progressistas e os Direitos Humanos: sendo que a ONU o selecionou entre
os profissionais de imprensa mais identificados com as lutas pela
cidadania e os direitos da pessoa humana.
Foi
consagrado na literatura com 1968 -ano que não terminou-, livro
clássico idealizando os movimentos sociais e revolucionários daquele
anos das revoluções e dos movimentos de contestação (gay, negro,
feminista) e das ditaduras militares, escrevendo, ali, que a realidade
revolucionária muda cabeças reaças, preconceitos e censores.
Foi
um dos mais completos e consagrados jornalistas brasileiros. Desde o
Lampião da Esquina até o Jornal do Brasil, entre outros jornais
impressos, era um dos mais lidos e admirados cultores do ótimo
jornalismo identificado com causas sociais e de progresso humano.
Era imortal da Academia Brasileira de Letras -ABL.
Será eternamente lembrado por tudo que escreveu.
Fica com Deus para sempre.
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