terça-feira, 22 de setembro de 2026

Editorial sobre a morte do imortal jornalista Zuenir Ventura.

 

Editorial: Morreu Zuenir Ventura, o imortal de muitos clássicos da literatura e do jornalismo.
Desencarne, na visão espírita, morte, na doutrina católica, ou outro termo, o certo é que morreu Zuenir Ventura. Morto aos 95 anos, de causas naturais, Ventura foi um dos consagrados escritores do jornalismo político e ícone de jornalismo imparcial, independente e identificado com os progressistas e os Direitos Humanos: sendo que a ONU o selecionou entre os profissionais de imprensa mais identificados com as lutas pela cidadania e os direitos da pessoa humana.
Foi consagrado na literatura com 1968 -ano que não terminou-, livro clássico idealizando os movimentos sociais e revolucionários daquele anos das revoluções e dos movimentos de contestação (gay, negro, feminista) e das ditaduras militares, escrevendo, ali, que a realidade revolucionária muda cabeças reaças, preconceitos e censores.
Foi um dos mais completos e consagrados jornalistas brasileiros. Desde o Lampião da Esquina até o Jornal do Brasil, entre outros jornais impressos, era um dos mais lidos e admirados cultores do ótimo jornalismo identificado com causas sociais e de progresso humano.
Era imortal da Academia Brasileira de Letras -ABL.
Será eternamente lembrado por tudo que escreveu.
Fica com Deus para sempre.


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