NContinua o obrismo de mais obras do impacto ambiental e histórico na atual gestão.
Aquilo que começou na gestão da ex-prefeita Giordanna Mano, continua na gestão atual do Prefeito Anderson Pedrosa. É o obrismo permanente. O obrismo que não para, não para, não para.
Um obrismo de obras que retira o calçamento histórico (paralelepípedo da região para colocar um piso intertravado).
Além do do mais. Causando o impacto ambiental. Arrancando as árvores nativas existentes no local. Transformando Nova Russas num deserto sem árvores. Quente demais.
É caso acontecendo agora na Rua General Sampaio. Uma obra de saneamento básico, urbanismo, entre outras coisitas, no entorno da Igreja Matriz.Algo que já está causando impacto ambiental, social e comercial naquela região central.
E as obras da gestão de todos são assim.
Todos sabem quando começa.
Mas ninguém sabe quando termina.
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A
tal obra, que para ter sido iniciada e ainda não foi (e o cercamento já
faz tempo), fica exatamente dentro da área territorial do Posto de
Saúde do Jovinão.
Sendo
assim, Nova Russas virou uma cidadela cercada de obras paradas e ainda
não concluídaso segundo mandato da Gestão de Todos, não se sabendo o
motivo de tanto atraso na conclusão das obras.
A população clama e cobra que as ditas obras sejam terminadas para servirem como bem coletivo.
Tal obrismo parado e não concluído prejudica a mobilidade urbana e a circulação das pessoas.
População quer saber o motivo.
A população clama e cobra que as ditas obras sejam terminadas para servirem como bem coletivo.
Tal obrismo parado e não concluído prejudica a mobilidade urbana e a circulação das pessoas.
População quer saber o motivo.
A Gestão de Todos está com a palavra.
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