terça-feira, 21 de abril de 2026

Defendo a tese da luta combinada dos FG pela hegemonia política no Ceará.

  Novamente defendo a tese da luta combinada dos FG pela hegemonia política no Ceará e defendo uma chapa para unir o Ceará. 

A imagem viral de um Ciro Gomes  sorridente ao lado do Senador Cid, durante aniversário de um primo nonagenário deles, ajuda muito na consolidação da minha: a busca e a luta combinada dos FG pela hegemonia política do Ceará.
Ou seja, com Ciro ou com Cid, os FG querem o Governo do Ceará e o retorno ao Palácio da Abolição, seja o modelo político-eleitoral governista ou oposicionista -como vem se colocado Ciro. 

Desde que Tasso (aliado histórico e do modelo Cambeba mudancista, que vem desde 1987) decidiu apoiar e eleger Ciro Governador do Ceará, é que os FG sempre mantiveram a hegemonia política cearense.
Em 2006, com apoio de Ciro e de Tasso, Cid foi eleito governador, ficando até 2014, quando, sob os mesmos apoios, ajudou muito a eleger Camilo Santana: ajudando, com apoio dos FG e de Lula, ajudando a eleger Elmano em 2022.
Besta é quem acredita, não existe briga deles, são sangue FG, defendendo os mesmos ideais, os mesmos propósitos, as mesmas estratégias políticas.
Um motivo que leva os FG a terem uma certa obsessão pela reconquista hegemônica do Ceará, seria reconquistar Sobral: razão existencial política deles. E Sobral é a Meca deles, não admitem que a oligarquia dos Rodrigues continue mandando lá.
Diante do exposto, só existe uma fórmula para tirar Ciro da disputa estadual (e não é levando-o para disputar a Presidência da República). 
A saída honrosa seria a candidatura de Cid a Governador apoiada por Camilo e por Elmano. Para o Senado, iriam Luizianne Lins e Domingos Filho.
E a vice ficaria com Elmano Freitas.
Desde que Cid apoiasse a reeleição do Presidente Lula.
Com Cid Governador, Ciro não disputaria o Governo do Ceará. 
E a oposição bolsonarista ligada a ele sofreria um duro golpe.
Que seja bem analisada.




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