Continua a dependência colonial e a derrama mesmo depois do martírio de Tiradentes.
Mesmo 234 anos depois do martírio de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, enforcado a mando do Rei de Portugal, no dia 21 de abril (1792, porque sonha com um Brasil republicano e independente, ainda não temos uma Nação com independência e justiça social plena.
A derrama, ou o quinto voraz do ouro mercantilista que a colônia tinha que entregar ao Reino, continua nos dias atuais, seja o presidente que estiver no comando da República Federativa do Brasil.
A carga tributária brasileira atual, 33% do PIB, é uma sanha arrecadatória no alto valor dos impostos tributados e cobrados aos brasileiros que produzem: alíquotas do PIS, COFINS, IPI, ICMS, ou seus substitutos (IBS/CBS: Contribuição sobre Bens e Serviços), são muito altas.
Apenas um exemplo de que o Brasil, apesar das lutas do herói Tiradentes contra a Derrama e contra o colonialismo português, o Brasil continua sendo uma colônia da periferia capitalista no sistema-mundo de produção.
Foi refundado o pacto colonial das elites brasileiras com as multinacionais e o capital estrangeiro que manda e desmanda no Brasil.
O Brasil é dominado de fora para dentro. O exemplo maior é o agronegócio produzindo produtos sem valor agregado (soja, laranja, milho; frangos) para vender a 'preço de banana' aos países ricos sob as negociações da OMC: dominada pelo imperialismo ianque.
Apenas as multinacionais do agronegócio lucram muito bem na produção e comercialização dos produtos do agro: JBS (ligada à China); A Bayern (venenos, Alemanha); a Massey Fergusson, a New Holland e outras; A Monsanto, das sementes transgênicas; as operadoras telefônicas são todas estrangeiras: TIM, CLARO e outras.
Grandes Transnacionais e multinacionais operam no setor de minerais, levando nossos principais minerais. Uma empresa dos EUA tomou conta do Garimpo de Ouro de Serra Pelada:o maior do mundo.
Os minérios do Brasil (nióbio, ouro, bauxita, minério de ferro), entre outros, continuam sendo vendidos e doados para países do G-7, em especial os EUA.
A Shell e a Exxon Mobil, duas das maiores multinacionais do petróleo em operação no Brasil e que não produzem uma gota de petróleo, são as que mais lucram nas vendas da gasolina muito cara.
É o Brasil dos Silvérios dos Reis.

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